POSITIVOFez Oral sem camisinha:SIM
Fez Anal:SIM
Beijou na Boca:SIM
O ócio é ópio do povo...? Bom o ditado popular não é bem assim, mas fica sendo nesse caso. Por absoluta falta do que fazer, resolvi retornar à rua Tuim, pra dar alpiste para os passarinhos de Moema.
Tal como da outra vez, a dona Nanda, renomada criadora de pássaros da zona sul, me recepcionou com beijos tascados antes da porta se fechar. Já dentro do viveiro, fui devidamente lambido e tive as roupas arrancadas. Pedi um
stand by para um banho rápido.
De volta para o ninho, já banhado e perfumado, encontrei a dita cuja estirada na cama, só de lingerie de onça pintada (ou leoparda?), a minha inteira disposição. Mais beijos, chupadas nos seus peitos, na sua barriga. Sacada a calcinha, pus-me a lamber a sua buceta.
Saciada, pediu-me o pau pra chupar. Não recusei. Deitei-me ao seu lado, ela se enroscou em mim e abocanhou o Sabiá. Mais uma vez senti a rola ser engolida pela boca quente e úmida dessa passarinheira desavergonhada. Enquanto detinha o Rouxinol inteiro na boca, ela dava uns gemidos e me alisava o corpo. Nem preciso dizer que acabei derramando o leite de côco na sua boca. Esguichei, grunindo e corcoveando, uma bela quantidade de porra na sua boca. Não tirou o pau da boca. Ao contrário, ela engoliu-o ainda mais fundo e sugou as golfadas até deixar o pau totalmente limpo e pronto pra outra. Só depois foi ao banheiro pra dar aquela cuspida básica.
Me bateu um cansaço tamanho que eu nem me mexi, fiquei lá deitado e desfalecido. Mas, mal ela voltou pra cama, já recomeçaram os beijos, acompanhados de uma massagem no pau. Pobre passarinho, nem teve tempo pra se recuperar, já estava sendo chamado pra briga de novo.
Chupeta preliminar cumprida, vesti a camisola e fui pra dentro da moça, num papai-mamãe carinhoso. Depois ela se deitou de bruços, posição na qual meti na sua buceta mais um pouco. Não demorou muito, ela esticou a mão pra procurar o tubo de KY no criado-mudo.
Sem que eu pedisse, bezuntou o cu de creme, estendeu a mão, procurando meu pau e direcionou-o para o seu buraco traseiro. Enfiei a cabeça e deixei os movimentos peristáuticos do seu rabo fazerem o resto. Bem devagar, o cu foi se abrindo e fechando, abrindo e fechando, engolindo a rola pouco a pouco até entrar toda. Comecei um vai-e-vem meio lento, mas ela logo pediu pra meter com força. Como sabem, sou obediente...
Depois de muito meter naquele cu, pedi uma pausa. Um breve descanso com direito a um namorico e logo estava metendo na sua buceta de novo, com ela de quatro na beirada da cama. Em seguida, uma breve sessão "de ladinho", em ritmos alternados.
A despeito do esforço de ambos, não concretizei o segundo
round: o pau não arriou, ficou lá, durango, mas em contra-partida não cuspiu, de modo que achei melhor encerrar os trabalhos, dado o adiantar das horas.
Tomei um banho e batemos um papo tranqüilo, enquanto me vestia. Passei um pouco da 1h30 do contrato, mas disso não resultou nenhum
stress. Cachê inalterado: duzentas pilas.
Como da outra vez, barba, cabelo, bigode e talquinho no nenê.