Realmente, tenho observado estes relatos de 1 (uma) hora, cravadinha.
E, como já salientei recentemente, costumo aproveitar mais o que está nas entrelinhas do que aquilo que os foristas realmente escrevem.
E confesso que, se já tenho grande dificuldade em optar por garotas escolhidas por aqui, as primeiras a serem eliminadas são estas que estão praticando este tipo de "maquiagem", como bem salientou o colega.
Fico a imaginar como é que a moça faz para avisar o cara que acabou...
E chego a duvidar que haja sutileza...
Programas anunciados com tempo de uma hora, adicional de cada meia hora e similares indicam, nada mais nada a menos a intenção "goza, paga e vaza", bem resumida ainda estes dias por uma saudosa colega, que diz ter abandonado a putaria. Podem até ser o programas dos sonhos de determinadas profissionais, mas penso que é também o oposto do que espera parte dos putanheiros, na qual me incluo.
Esperamos que tudo flua naturalmente, desde o chegar até o sair.
E quem pode discordar que os melhores programas são aqueles em que a gente esquece das condições comerciais? (tempo, do valor...)
Se eu fosse fazer o meu "be-a-bá" da putaria, uma das primeiras cláusulas que eu colocaria é "nunca - jamais falar em tempo".
E confesso que, por inúmeras vezes, mesmo em boates, quando faço contra-proposta no preço, algumas fazem uma relação direta com o tempo "meia hora", que normalmente deixa o negócio ainda mais desvantajoso. Ou seja, entendem que estão fazendo "negócio" com seu próprio corpo, mas não sabem, em uma negociação, lançar uma contra-proposta que aproxime as partes ou que deixe o caminho aberto para mais um lance. Prendem-se a posições, deixando os interesses de lado...
Dia destes, no Ilha da Fantasia, uma moça me disse que não se sujeitaria ali a fazer um programa de R$150,00, embora fizesse por até menos do que este valor no Café Pigale - lugar mais simples.
E com este discurso, cuja fundamentação estou para entender, ficou ali, a noite toda a esperar...
E, claro que, enquanto isso, outras menos intransigentes trabalhavam normalmente...
E como bem lembrou o colega direitista, linhas acima, uma hora mal dá para fazer qualquer coisa, especialmente quando estamos diante de algumas garotas, que pensam serem espertas, querendo que o cliente tome banho antes, depois ela (evitam tomar banho junto, justamente para "comer o tempo") e, ao sair, novos banhos...
Evidentemente, ao chegar em um "flat" ou mesmo em um quarto de boate ou de motel, o mínimo que se espera de uma garota de programa é que ela esteja absolutamente banhada, com a pele sedosa e impecável. E, quanto ao cliente, parece descabido falar em banho, se o sujeito foi diretamente do chuveiro para o encontro - a menos que seja algo muito rápido ou já com alguma pegação, no chuveiro...
Pior do que regatear tempo é só mesmo aceitar valor menor e oferecer um "programa pior" do que se estivesse cobrando o que julgam "ideal".
As moças que esquecem destas "regrinhas" básicas normalmente são aquelas que não procuram deixar boa imagem perante os clientes e que, por não conquistá-los, sempre estão a reclamar de tudo e de todos.
Mal sabem elas que, embora haja dezenas de "sites", centenas de anúncios de garotas diferentes, algo realmente que vale a pena, especialmente para os ditos "repetecos" anda bem em falta no mercado.
O que estas garotas precisam realmente entender é que fazer de um a dois programas no dia, mesmo que seja de R$150,00 ou R$200,00 já é algo perfeitamente aceitável.
Sabemos que o mundo das mulheres é muito competitivo, que a maioria custa a aceitar que trabalha menos ou precisa cobrar menos do que as "TOPs", mas se usassem um tiquinho a mais a inteligência, tudo ficaria melhor para elas e para nós.