Entre os "cordeiros do Senhor" que a ajudaram está, nada mais nada menos,do que Gabriel Chalitta, ex braço direito de Alckmin, ex tucano, e hoje um inimigo, entre tantos, do Mrs. Burns do Brás. Chalitta pertence a renovação carismática, segmento da igreja católica criadora dos padres shows men, que tem por objetivo inibir a perda cada vez mais crescentes de fiéis para os pastores das igrejas evangélicas pentecostais. No entanto, Dilma também recebeu apoio dos pentecostais da Universal, esse mais antigo e herdado do Lula. Fato, aliás, que provocou uma quase guerra santa entre Edir Macedo (pró-Dilma) e Silas Malafaia (pró-Serra), que passaram em seus blogs a atacar um ao outro sob o pretexto da eleição. O que todos esse religiosos tem em comum é a proximidade com as camadas mais pobres da população e mensageiros da palavra de Deus que falam a "lingua do povo". Algo muito similar ao nosso ex-presidente, não? Sem contar que a melhoria de vida das pessoas de baixa renda, tem contribuido para o aumento substâncial da arrecadação de dízimos para as igrejas.
Portanto, a ligação de Dilma com os religiosos, vai muito além da turma do Leonardo Boff, para desespero e decepção daqueles simpatizantes da Dilma e do PT que acham que religião é uma bobagem e Deus um mero delírio coletivo.
Dilma preferiu fingir que a proposta abortista contida no programa do PT não era com ela, lavando as mãos como Pilatus, tudo para ganhar a eleição, e vendeu sua alma ao diabo...ops...ou melhor, para Deus, e com isso se tornou presidenta.