Legal isso, de "sintonia".
Houve uma época em que se falava muito de linguagem corporal.
E, num "programa", provavelmente tenhamos os melhores exemplos desta linguagem. Onde o dinheiro até gera expectativas, mas não resolve up ou downloads.
Ao telefonarmos para uma GP (e presumindo que seja ela que atendeu a ligação e contratou o programa...) já há uma comunicação que estabelece a predisposição de ambas as partes...
Ao chegar ao local, o modo como entramos no local também é um comunicado... as palavras ... os olhares. Tudo isto está sendo interpretado e processado, como mensagens num código IP especialíssimo, numa velocidade que computador nenhum no mundo poderia acompanhar.
As escolhas. Todas elas dizem sobre as pessoas que irão se relacionar.
Primeiro um banho? Ou preferiu-se o beijo? E se o beijo é roubado? Ou então, se o abraço, terno, aproxima os corpos em clinch?
Cada ato gera uma interpretação, que renderá uma resposta em tempo real (ou então renderá uma omissão, uma portinha que se fechará, por parte do homem ou da mulher...)
Ser fumante, não ser fumante. O hálito, o perfume.
Tudo é parte das preliminares. Sendo que o "ato" em sí, o conhecer carnal, pode ser um "crescendo" de um movimento de Brahms, como pode ser a batida tediosa do tecno "bate-estaca" (literalmente...) e isto também dirá sobre cada pessoa.
