henrique80 escreveu: ↑10 Jun 2024, 20:52
Mas em relação ao ponto principal do tópico:
O lado racional diz que é furada se relacionar com uma GP. Tanto por questão de ciúme quanto por sempre pairar a dúvida se ela realmente gosta ou se só está se aproveitando de você. E também tem a questão de sempre estar preocupado com alguma DST. Por mais que a menina se cuide e faça penetração com camisinha, o capote pode estourar, ela pode pegar alguma DST fazendo oral sem capote, etc. e acabar contaminando a gente. Ok, a questão de DST pode acontecer só de fazer programa com a GP, mas namorando a frequência seria maior e teria o fogo de querer fazer no pelo.
No entanto, algumas coisas são imprevisíveis e a gente nunca sabe quando vai surgir um apego. Até por isso, apesar de ter um fogo no rabo para ter alguns repetecos com meninas que me atenderam muito bem, eu procuro diversificar.
Eu me conheço e sei que, se ficar frequente posso acabar me apegando. E aí é foda. Já comentei isso no tópico sobre repetir muitas vezes a mesma menina.
(Digo isso de evitar o repeteco pra não apaixonar mas estou pensando num primeiro repeteco com o outono/inverno chegando e tem um atendimento que recebi que cairia como uma luva.

)
Bom, quanto a questão de DST, o perigo maior é o contrário. Quanto mais você variar, maior a chance de contrair alguma DST (afinal, você está lhe dando com uma GP com um vasto histórico de parceiros sexuais, algumas inclusive, com um histórico bem "duvidoso", como já falamos em alguns tópicos e mensagens em outros momentos, algumas dando uma olhada num X da vida, você já vê), logicamente tendo contato com várias, neste aspecto, as chances são maiores (mas, fazendo tudo certo, não é algo a ficar encucado, senão, nem faz sentido fazer). Eu mesmo, só pra citar um exemplo que ocorreu anos atrás, peguei uma DST no oral (certeza e já vou explicar como tive certeza) com uma GP que não tinha sinal nenhum de nada (mal cheiro, corrimento ou qualquer outra coisa). Na época que conheci a novidade, sai e tal, a garota nem fazia anal, só rolou vaginal com capa e oral sem capa. Resultado, uns 3 dias depois, começou a sair um corrimento branco (uma uretrite basicamente), tive que ir no urologista e tomei um remédio e fiquei bom. Felizmente, era bem ativo em outro fórum (não vou citar o nome, nem existe mais, mas seu eu citar, vão ocultar aqui rs), e por meio deste recebi uma mensagem de outro forista que me relatou a recomendação de ir dar uma checada sobre, pois ele tinha saído com a respectiva garota dentro da mesma janela que eu (mesma semana) e relatou que só tinha feito oral no pelo também e teve o respectivo problema (que tinha ido inclusive, pelo meu relato positivo do atendimento dela), aí tive a certeza de que não tinha feito nada de errado (e falei pra ele que também tive o problema citado). Mas isso é bem raro de acontecer, já sai com mais de 100 e só ocorreu esta vez (oral no geral o risco é baixo), mas só cito isso exemplificando que ele existe, apesar de tudo. Oral é a única categoria que opto por deixar rolar no pelo. O forista até me citou que a carga viral dela podia estar alta, visto o meio de transmissão que se concedeu (se fosse cenário de capinha estourar, seria de ficar mais receoso ainda, não ocorreu, felizmente rs). Até hoje imagino o tanto de uretrite que ela causou, acredito que, sem saber, durante o respectivo período. Eu e esse forista, fomos 2, mas ela deve ter atendido, obviamente, muito mais pessoas (que rolaram possivelmente oral no pelo).
A questão de querer fazer no pelo, vai de você (e claro, dela). Eu sempre mantive minha disciplina neste ponto, mesmo em situações favoráveis para tal. Não sei se costuma eventualmente beber durante algum programa (o que pode dar uma "alegrada" e fazer isso acontecer rs), eu não faço isso. Estando sóbrio, pelo menos, sempre mantive minha disciplina. Capa estourar, bom, isso pode acontecer com qualquer um, eu passei a adotar o uso de uma marca/modelo específico e tive problemas 0 com isso desde então, embora, claro, um dia possa vir a acontecer (espero que não rs). Se for citar sobre esse tipo de risco (pelo), acho que vai mais de você estar querendo fazer e lhe dar com uma que também queira ou mesmo faça por padrão (tem algumas, se procurar, vai achar, não recomendo, obviamente rs) ou que ainda faça disso um artifício para tentar te fidelizar (coisa que comigo nunca aconteceu, mas deve ter algumas que se tentar negociar como cliente fixo, possa rolar, também não recomendo rs). Aliás, lembro agora que uma dessas que repeti muito, sobre ela ter me dito que o pessoal que via meus TDs, achar que a gente já fazia no pelo rss...
Sobre se apegar, se aproveitar. Acho que não é bem assim. Claro que depende de um número de fatores. Já teve algumas que sai passando da casa das 10x e nunca fui aproveitado. Sempre foi no toma lá dá cá. A diferença é que não existia mais aquele controle de tempo tão rígido e tal, era algo mais tranquilo neste ponto e até mais personalizado. Quero dizer, pelo menos comigo foi assim, não teve esse negócio de ficar apaixonado ou de fazer algo fora do combinado (de sair fora dos atendimentos em si). Contudo, normalmente diversifiquei (essas que sai 10x, por exemplo, não foram 10x seguidas, sem ter saído com outras durante). Mas não que se o tivesse feito, teria de fato, mudado alguma coisa. Agora, se começar a rolar coisas por fora, começar a conversar muito por fora dos atendimentos, envolver em problemas pessoais (e até financeiros) e coisas que vão além do que é pra ser um atendimento, aí são outros 500.
E tem uns por aí que tacam o foda-se pra isso viu, cito pois já vi alguns casos que fecham até "pacote" de fodas, pra ir na prestadora a um preço mais vantajoso (tem uma que ainda não conheci que já vi que fazia isso, ainda vou conhecer a dita cuja, mas não com este fim rs). Tá na minha lista. E falando em lista, que triste, aquela ruivinha do outro tópico, não recebi nem resposta. Enfim, é isso. Essa questão do apego é muito de pessoa pra pessoa também, não dá pra estabelecer uma regra. Citei aqui apenas a minha percepção, baseado nas minhas experiências e personalidade.