O mito da competência americana

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Re: O mito da competência americana

#76 Mensagem por Compson » 11 Mar 2011, 11:10

O Pastor escreveu:
Carnage escreveu:Me parece bem óbvio que a China é a provável bola da vez.

Sem duvida, é o emergente mais preparado. Se não fossem as vacilações cometidas pelos governos passados, acho q hj estaríamos em posição ate melhor q a China.
Sou o único que acha que a China parece o Brasil dos anos 50-70?
Uma país paupérrimo passando por um processo de industrialização e urbanização...
O Pastor escreveu:O nosso pior pesadelo hj é o nosso péssimo sistema d educação. Herança q veio da ditadura, q atingiu seu auge no governo FHC, q SUCATEOU o ensino publico superior. Pra vc ter uma ideia, em recentes pesquisas, o Brasil é o único pais dos BRICS a não ter uma universidade entre as 100 melhores do Mundo. A USP, nossa melhor, ocupa o ranking d número 243, algo assim. A China possui umas 3 ou 4 universidades entre as 100 melhores do mundo. Até a Africa do Sul do apartheid informal, esta melhor q a gente no quesito educação.
A USP ficou em 232. Mas esse ranking tem um forte viés para universidades de língua inglesa/germânica. A França só teve 4 universidades nas top 200. A Holanda teve 10, Canadá 9...

Os EUA tiveram 72! Não é possível que haja 72 universidades americanas melhores que a USP.

De todo modo, ter uma ou não ter nenhuma universidade no ranking, do ponto de vista da qualidade da educação do país não significa nada. Quer dizer, significa que é uma bosta, de qualquer modo...

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Re: O mito da competência americana

#77 Mensagem por O Pastor » 11 Mar 2011, 11:51

Compson escreveu: A USP ficou em 232. Mas esse ranking tem um forte viés para universidades de língua inglesa/germânica. A França só teve 4 universidades nas top 200. A Holanda teve 10, Canadá 9...

Os EUA tiveram 72! Não é possível que haja 72 universidades americanas melhores que a USP.

De todo modo, ter uma ou não ter nenhuma universidade no ranking, do ponto de vista da qualidade da educação do país não significa nada. Quer dizer, significa que é uma bosta, de qualquer modo...
Confesso que não chequei o mérito da pesquisa, apenas usei os dados pra mostrar como exemplo sobre o nosso atraso na educação. É uma pesquisa da Times Higher Education, que checa a "reputação" da universidade, baseado na opinião de alunos, professores, pesquisadores, etc.

Realmente é muuuuuuuita universidade americana :lol: :lol:. Não é possível!!!

http://www.timeshighereducation.co.uk/w ... kings.html

Behind the numbers: reputation ranking methodology explained

10th March 2011


The Times Higher Education World Reputation Rankings are a subsidiary of the annual World University Rankings, and they are based entirely on the results of a worldwide survey of academics.

They are a measure of a university's reputation for excellence, in both teaching and research, among experienced university academics around the world.

The reputation rankings are drawn from an Academic Reputation Survey carried out by polling company Ipsos for our rankings data provider, Thomson Reuters, as part of the Thomson Reuters Global Institutional Profiles Project.

The same survey results formed two of the 13 performance indicators used to create the Times Higher Education World University Rankings 2010-11, published on 16 September 2010. The reputation data are revealed here in isolation for the first time.

The invitation-only survey was sent to tens of thousands of experienced academics, based on the United Nations' estimates of global academic researchers by geographical area. The survey was offered in eight languages: Japanese, Simplified Chinese, Spanish, French, German, Brazilian Portuguese, European Portuguese and English.

A key feature of the survey was the opportunity for narrow disciplinary focus: respondents could highlight what they believed to be the strongest universities, regionally and globally, in their specific fields, selecting from hundreds of disciplines and from more than 6,000 academic institutions. "Action-based" questions - such as "where would you recommend a top undergraduate should study for the best postgraduate supervision?" - were used to encourage more thoughtful responses and more meaningful results.

The survey was distributed between March and May 2010 and 13,388 people from 131 countries provided usable responses. The average respondent had been working at a higher education institution for more than 16 years and had published more than 50 research papers.

The key to understanding: reading the table
Our table ranks institutions according to an overall measure of their esteem that combines data on their reputations for research and teaching.

The two scores are combined at a ratio of 2:1, giving more weight to research, because feedback from the global higher education community suggests that academics have a greater confidence in their ability to make accurate judgements on research quality.

The reputation scores are based on the number of times an institution was cited by survey respondents as being "the best" in their narrow fields of expertise. Each respondent was able to nominate a maximum of 10 institutions.

The number one ranked institution, Harvard University, was selected most often. The scores of all the other institutions in the table are expressed as a percentage of Harvard's score, set at 100. For example, the Massachusetts Institute of Technology received 88.4 per cent of the number of nominations for research that Harvard received, giving it a score of 88.4 compared with Harvard's 100.

This scoring system is different from the one used in the World University Rankings, and is intended to provide a clearer and more meaningful perspective of the reputation data.

Phil Baty is editor, Times Higher Education World University Rankings.

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#78 Mensagem por Tricampeão » 11 Mar 2011, 23:59

Os gringos filhos da puta só são bons em sacanear os outros.
Os mexicanos acabam de descobrir mais uma.
http://www.cbsnews.com/stories/2011/03/ ... 9031.shtml
Agent: I was ordered to let U.S. guns into Mexico
ATF agent says "Fast and Furious" program let guns "walk" into hands of Mexican drug cartels with aim of tracking and breaking a big case
By Sharyl Attkisson

An agent with the Bureau of Alcohol, Tobacco and Firearms claims the agency has a policy that allows guns to get in the hands of the Mexican drug cartels. Sharyl Attkisson reports.
ATF special agent John Dodson explained to Sharyl Attkisson that there is no telling where their gun exchange program will end.
Sharyl Attkisson spoke with ATF special agent John Dodson who explained the reasoning behind the ATF's "Fast and Furious" program that guns "walk" into hands of Mexican drug cartels with aim of tracking and breaking a big case.

(CBS News)

WASHINGTON - Federal agent John Dodson says what he was asked to do was beyond belief.

He was intentionally letting guns go to Mexico?

"Yes ma'am," Dodson told CBS News. "The agency was."

An Alcohol, Tobacco and Firearms senior agent assigned to the Phoenix office in 2010, Dodson's job is to stop gun trafficking across the border. Instead, he says he was ordered to sit by and watch it happen.

Investigators call the tactic letting guns "walk." In this case, walking into the hands of criminals who would use them in Mexico and the United States.
Os gringos filhos da puta, com o pretexto de investigar uma organização criminosa, permitiram que as armas atravessassem a fronteira e chegassem ao crime organizado em solo mexicano.
Bem feito para esses mexicanos que pagam pau pra gringo.

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Compson
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Re: O mito da competência americana

#79 Mensagem por Compson » 12 Mar 2011, 12:57

O Pastor escreveu:Confesso que não chequei o mérito da pesquisa, apenas usei os dados pra mostrar como exemplo sobre o nosso atraso na educação. É uma pesquisa da Times Higher Education, que checa a "reputação" da universidade, baseado na opinião de alunos, professores, pesquisadores, etc.

Realmente é muuuuuuuita universidade americana :lol: :lol:. Não é possível!!!
Não acho que a pesquisa seja ruim. Só acho que tem esse viés. Se o Brasil fosse um país de língua inglesa, talvez colocasse uma ou duas universidades lá.

Mas também não consegui identificar de onde vem esse viés (contanto que a pesquisa tenha sido bem feita e honesta). Os critérios estão aqui.

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Re: O mito da competência americana

#80 Mensagem por Carnage » 14 Mar 2011, 22:26

http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imp ... entrevista
''O poder dos EUA está se reduzindo'' / Entrevista

Denise Chrispim Marin - O Estado de S.Paulo

Michael Mandelbaum, professor da Universidade Johns Hopkins

Sob o peso de uma dívida pública de US$ 14 trilhões e de um déficit fiscal de US$ 1,3 bilhão, os EUA não serão mais a mesma superpotência das sete décadas passadas. As ações militares e diplomáticas diminuirão, por resistência dos contribuintes americanos em pagar a conta. Regiões que precisam de apoio direto de Washington para construir suas instituições - da Líbia ao Haiti, do Afeganistão ao Iraque - mergulharão na "desordem".

A previsão sombria é de Michael Mandelbaum, professor de política externa americana da Universidade Johns Hopkins. Segundo ele, porém, mesmo com o aparente declínio americano, nenhuma outra potência alcançará os Estados Unidos nas próximas décadas. A seguir, trechos da entrevista.

Os Estados Unidos não têm hoje o mesmo peso em foros internacionais como no pós-2ª Guerra. Qual é o seu real poder?

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais poderoso e importante do mundo. Mas, haverá uma contração do poder americano nos próximos anos por causa do peso maior dos programas de assistência e previdência social no orçamento do país. A geração do baby boom, americanos nascidos entre 1946 e 1964, começou a se aposentar. Os EUA serão obrigados a conduzir uma política externa com gastos menores. E não há outro país interessado em assumir o papel dos EUA no mundo, mesmo de forma complementar.

A China seria uma alternativa aos EUA?

A China não se tornará uma superpotência, como os EUA. Primeiro, a China é ainda um país muito pobre. Cresceu muito, mas a renda per capita continua muito baixa e há centenas de milhões de pessoas pobres no país. O foco de qualquer governo chinês estará sempre no espaço doméstico, no crescimento econômico interno, não na projeção de seu poder no mundo. Segundo, a China não assume responsabilidades no sistema internacional. Terceiro, os países do Leste Asiático suspeitam da China e preferirão contar com os EUA.

Outros emergentes não podem tocar essa agenda?

O Brasil se tornará mais importante na América Latina e no Caribe. A Índia, no Sul da Ásia. Para carregarem as tarefas atuais no mundo, não vejo nenhum outro substituto.

A redução do orçamento dos EUA em defesa e diplomacia levará a que tipo de mudança? O que é descartável na atual política externa?

As áreas vitais são o Leste da Ásia, o Oriente Médio e a Europa - as mesmas do período da Guerra Fria. A política de construção de nação conduzida desde o final da Guerra Fria - Bósnia, Kosovo, Haiti e Somália - não será repetida.

Por pressão doméstica ou outras razões?

Porque os EUA constataram que essas intervenções são muito custosas. Talvez sejam desejáveis, mas não são mais viáveis.

E em relação a países como Egito, Tunísia e Líbia. Os EUA podem se dar ao luxo de negar essa ajuda?

Eu acredito que os EUA podem e vão negar. E, com isso, não creio que a imagem do país como líder mundial sofrerá. Será uma surpresa se os EUA custearem essas intervenções porque os contribuintes americanos não querem mais pagar essa conta. Os EUA continuarão com suas atividades de contraterrorismo e de inteligência, em cooperação com outros governos e agências, e ainda podem se valer de seus mísseis de alcance continental. A questão não é mais enviar grandes contingentes de soldados nem adotar programas de construção de nações. Ou seja, não mais valer-se dos modelos de (George W.) Bush e de (Bill) Clinton. Essas políticas de intervenção militar não contam mais com o apoio popular.

Se não há substitutos para os EUA como superpotência, qual o destino dos países em reconstrução?

Haverá mais desordem no mundo. Não chegará ao caos. Mas, onde os EUA não puderem mais intervir, haverá desordem. O custo da liderança atrofiada será pior para o mundo do que para os EUA.

Qual sua avaliação sobre o desinteresse dos EUA pela América Latina?

A região não é importante na política de segurança nacional dos Estados Unidos, o que é bom para todo o mundo. Não há problemas na América Latina que afetem os EUA como existem em outras partes do mundo. E acho que não é de interesse da América Latina atrair a atenção dos Estados Unidos.

QUEM É

Referência no estudo da diplomacia dos EUA, ganhou fama como um dos maiores defensores de um imposto adicional sobre fontes não renováveis de energia para reduzir a dependência americana do petróleo. Mandelbaum também tornou-se especialista em Europa Oriental e Rússia. Ele fez doutorado na Universidade Harvard, mestrado na Universidade Cambridge e graduação em Yale

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Re: O mito da competência americana

#81 Mensagem por Dr. Zero » 14 Mar 2011, 22:49

aos foristas ditos "anti-americanos":

por acaso os EEUU são piores que a Grã-Bretanha ou a França já foram em seus tempos de glória? e o que os eslavos tem a dizer sobre o finado Império Austro-Húngaro? e o Império Otomano (ao menos o do século XIV ao XVII)?

e nem falo de Japão, Itália ou Alemanha, que eram países que chegaram tarde e quiseram entrar na festa dos ricos arrombando a porta — e deu no que deu

e quanto à URSS, que era imperialista sim, podia até ser marxista, mas como os alemães, húngaros e tchecos comprovaram, era um "marxismo-leninismo imperialista"

resumindo: um país, quando se torna potência, deixa de ser "bonzinho" — igualzinho a nós, quando passamos da infância para a idade adulta, perdemos a inocência e ganhamos muitas responsabilidades novas, alguns passam a não gostar de nós, outros estão lá por interesse e tem companhias que se sair no WikiLeaks dão uma vergonha...

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#82 Mensagem por Tricampeão » 14 Mar 2011, 23:14

Dr. Zero escreveu:por acaso os EEUU são piores que a Grã-Bretanha ou a França já foram em seus tempos de glória?
Muito piores.
Primeiro, pela ameaça de destruição total que impõem aos inimigos. Dos antigos, só Hitler chegou um pouco perto disso, mas só com relação aos judeus; os eslavos, por exemplo, ele queria só escravizar. Os ingleses e franceses, esses aí eram de só cobrar imposto e foda-se, como faziam os romanos. Nem na religião alheia interferiam.
Segundo, por que não têm controle sobre a força que possuem, o que nunca aconteceu com os anteriores. Mesmo que os gringos não fossem filhos da puta, seriam perigosos.
É claro que pode ser que os chineses, que serão os próximos donos do mundo, se revelem tão filhos da puta quanto os gringos.
Entretanto, não seria justo condenar os chinas pelo que ainda não fizeram. Por enquanto, o domínio mais filho da puta da História é o do Império Gringo.

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Re: O mito da competência americana

#83 Mensagem por Dr. Zero » 14 Mar 2011, 23:26

"mui bonzinhos" esses ingleses, imagina se fossem americanos:

"A Índia pós-1857 sofreu um período de calamidade sem precedentes com uma série de fomes: na segunda metade do século XIX, algo como 25 episódios de fome ocorreram em regiões como Tâmil Nadu, Bihar e Bengala, causando entre 30 e 40 milhões de mortes. As fomes resultaram de secas naturais e de políticas econômicas e administrativas britânicas, como a transformação de terras agrícolas locais em latifúndios estrangeiros, restrições ao comércio interno, alta tributação de cidadãos indianos para financiar expedições mal-sucedidas no Afeganistão, medidas inflacionárias, e exportações de safras indianas de produtos básicos para o Reino Unido. A indústria local indiana também foi dizimada após a revolta de 1857. As fomes continuaram até a independência em 1947, como a Fome Bengalesa de 1943-44, que matou entre três e quatro milhões de indianos."



e quanto a usar bombas termonuceares em seus inimigos, acho que só um país levou na cabeça até hoje (e foi em 1945, em pleno século XX), mas não duvido que as potências européias do século XIX titubeassem em utilizá-las se tivessem possibilidade

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Re: O mito da competência americana

#84 Mensagem por Fortimbrás » 15 Mar 2011, 08:05

Na minha opinião, os ingleses são mais repugnantes do que os americanos.
Digo isso porque eles foram filhos da puta por muito tempo: hoje , eles não passam de capachos dos gringos filhos da puta, ao lamberem as bolas e beijarem a bunda do Grande Satã.
No entanto, concordo que não existe gringo mais filha da puta do que o governo americano, o Grande Satã.

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Re: O mito da competência americana

#85 Mensagem por O Pastor » 15 Mar 2011, 08:34

Fortimbrás escreveu:Na minha opinião, os ingleses são mais repugnantes do que os americanos.
Digo isso porque eles foram filhos da puta por muito tempo: hoje , eles não passam de capachos dos gringos filhos da puta, ao lamberem as bolas e beijarem a bunda do Grande Satã.
No entanto, concordo que não existe gringo mais filha da puta do que o governo americano, o Grande Satã.

Opa, o pá, vamos parar por aqui!!

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Os ingleses não foram tão FDP assim, perá-la. Os ingleses ensinaram os indianos a jogarem cricket, isto foi um ato de amor à humanidade. SEm contar que construiram no país toda sua fantástica infraestrutura de ferrovias.

Ahh, pião, alto-lá, os ingleses possuem senso de humor britânico :roll: , coisa que os americanos não possuem. Um povo que ri de si mesmo como eles fazem, merecem um pouco mais de consideração. E eles também possuem um hino muito bonitinho.
God save our gracious Queen,
Long live our noble Queen,
God save the Queen:
Send her victorious,
Happy and glorious,
Long to reign over us:
God save the Queen

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Re: O mito da competência americana

#86 Mensagem por kssabu1 » 15 Mar 2011, 12:08

Dr. Zero escreveu:aos foristas ditos "anti-americanos":

por acaso os EEUU são piores que a Grã-Bretanha ou a França já foram em seus tempos de glória? e o que os eslavos tem a dizer sobre o finado Império Austro-Húngaro? e o Império Otomano (ao menos o do século XIV ao XVII)?

e nem falo de Japão, Itália ou Alemanha, que eram países que chegaram tarde e quiseram entrar na festa dos ricos arrombando a porta — e deu no que deu

e quanto à URSS, que era imperialista sim, podia até ser marxista, mas como os alemães, húngaros e tchecos comprovaram, era um "marxismo-leninismo imperialista"

resumindo: um país, quando se torna potência, deixa de ser "bonzinho" — igualzinho a nós, quando passamos da infância para a idade adulta, perdemos a inocência e ganhamos muitas responsabilidades novas, alguns passam a não gostar de nós, outros estão lá por interesse e tem companhias que se sair no WikiLeaks dão uma vergonha...
No que diz respeito a ser "império", acredito que sempre tenha sido sempre assim mesmo: dominação, pilhagem, evolução tecnológica e massacres aos contrários, sem exceção: Egito, Grécia, Roma, Rússia, europeus até chegarem às unificações, Inglaterra, França, etc, etc...
Por outro lado, as diversas etnias, ou povos sempre tiveram de ser controlados para não se massacrarem até o extermínio uns dos outros, por vários motivos, mas principalmente para terem controle sobre os melhores recursos: terra, água (que deve ser o motivo da próxima guerra mundial), minérios, etc.
Não acredito que os EUA sejam melhores ou piores. Isso é ilusão ou mania de perseguição. Deveríamos nos preocupar sim, com os problemas que ocorrem em nosso quintal: infra-estrutura precária, má qualidade da educação, péssima situação do judiciário, etc, etc.
Já com relação à educação, não há como ser levada a sério a pretensão exposta acima. Quem quiser ficar rico deveria pensar numa primeira hipótese muuuuito atraente: abrir um boteco próximo de uma faculdade/universidade. Sei de um que se dá o luxo de ficar fechado durante o período de férias da universidade. Isso mesmo, fica fechado por mais de um mês devido ao altíssimo faturamento alcançado durante o período das aulas. Ou seja, enquanto nossos jovens ficam enchendo a lata no boteco, os asiáticos, europeus, americanos vão se preparando para desenvolver suas teses/pesquisas que por sua vez chamam a atençao de investidores privados, coisa de que nossos eventuais pesquisasores também não tem tido capacidade.
É isso. No lugar de cultivarmos o anti-americanismo, deveríamos cultivar o pró-brasilianismo.

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Re: O mito da competência americana

#87 Mensagem por DO BIGODE » 15 Mar 2011, 16:14

Fortimbrás escreveu:Na minha opinião, os ingleses são mais repugnantes do que os americanos.
Digo isso porque eles foram filhos da puta por muito tempo: hoje , eles não passam de capachos dos gringos filhos da puta, ao lamberem as bolas e beijarem a bunda do Grande Satã.
No entanto, concordo que não existe gringo mais filha da puta do que o governo americano, o Grande Satã.
O Obama que se cuide quando pisar por aqui :lol: :lol: :lol:

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#88 Mensagem por Tricampeão » 15 Mar 2011, 21:36

Fortimbrás escreveu:Na minha opinião, os ingleses são mais repugnantes do que os americanos.
Digo isso porque eles foram filhos da puta por muito tempo: hoje , eles não passam de capachos dos gringos filhos da puta, ao lamberem as bolas e beijarem a bunda do Grande Satã.
Mas os gringos filhos da puta vão fazer exatamente isso com os chinas. Quem viver, verá.

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#89 Mensagem por Tricampeão » 15 Mar 2011, 22:25

Dr. Zero escreveu:"mui bonzinhos" esses ingleses, imagina se fossem americanos:
Não é preciso imaginar, pois temos os FATOS.

A Índia de hoje está sofrendo um período de calamidades sem precedentes.
Fome. Mais do que antes.
http://mais.uol.com.br/view/f4d5g8hwtbx ... 66D8A113C6
O país possui um quarto das pessoas famintas e um terço das crianças desnutridos do mundo.
E suicídios em massa de camponeses, que não havia antes.
FATO.
Coisas que não mais resultam de secas naturais, e sim exclusivamente de políticas econômicas e administrativas impostas pelos gringos filhos da puta, como a transformação de terras agrícolas locais em latifúndios, restrições ao comércio interno, alta tributação de cidadãos indianos para financiar expedições mal-sucedidas no Afeganistão, medidas inflacionárias e exportações de safras indianas de produtos básicos para os Estados FALI-D-O-DOS. E uso intensivo de sementes transgênicas. E uso intensivo de defensivos agrícolas. E falta de créditos para a produção de alimentos, relegados a segundo plano em vista das colheitas exportadoras.
http:/en.wikipedia.org/wiki/Agriculture_in_India
Today, India ranks second worldwide in farm output. [...] India's population is growing faster than its ability to produce rice and wheat.
Estranho? Não. Típico.
Não típico da Índia. Típico de todos os países cuja agricultura está nas mãos dos gringos filhos da puta.

Guerras religiosas. Neofascismo. Conflitos com vizinhos. Nada disso havia antes.
A indústria local indiana também foi dizimada após a adoção do neoliberalismo.
Tudo de ruim que os ingleses trouxeram, os gringos filhos da puta aprimoraram.

Bom tema para os próximos posts.

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Re: O mito da competência americana

#90 Mensagem por Dr. Zero » 20 Mar 2011, 11:01

a gente fica tanto posando de "anti-americano" é porque, no fundo, a gente queria estar no lugar deles: perguntem para algum de nossos vizinhos o que eles acham do "imperialismo brasileño" — acho que isso foi até tema de uma Superinteressante já faz um bom tempo

resumindo: se os americanos são o Sol, a gente é Júpiter, morrendo de inveja do Sol porque não conseguiu virar um, só que os vizinhos te acham um grande de um folgado e espaçoso

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