Rapaz de 18 anos foi morto dentro de uma casa de shows eróticos em Belo Horizonte (MG), na noite de segunda-feira. Wesley Santos Anacleto Rocha chegou à boate por volta das 19h30, pagou para ter acesso a uma das cabines - onde mulheres dançam e tiram a roupa - e, minutos depois de entrar, levou dois tiros no tórax e um no pescoço. Segundo a polícia, no momento do crime havia pelo menos 10 pessoas no estabelecimento, mas ninguém viu o assassino.
De acordo com a polícia, a dançarina que se apresentava para Wesley escutou o barulho dos tiros, mas não viu o que aconteceu porque não consegue ver quem está do outro lado do vidro. Quando soube do que aconteceu, a mulher passou mal.
A principal hipótese investigada é a de que o jovem tenha sido executado num acerto de contas entre traficantes de drogas. Segundo um investigador, o assassino provavelmente seguiu Wesley à distância e aproveitou a para abordá-lo dentro da boate. "O crime aconteceu em um horário de pouco movimento no local. O horário entre 19h e 23h é de maior movimento entre traficantes, as pessoas sabem disso e a região já fica mais vazia", afirmou o policial.
Pouco depois do assassinato, uma mulher, que alegou ser a namorada de Wesley, esteve no local do crime. De acordo com a Polícia Militar, ela teria dito que o rapaz era natural de Ipatinga, no interior do estado, e teria ido a Belo Horizonte para vender drogas no centro da capital.
De acordo com a polícia, a dançarina que se apresentava para Wesley escutou o barulho dos tiros, mas não viu o que aconteceu porque não consegue ver quem está do outro lado do vidro. Quando soube do que aconteceu, a mulher passou mal.
A principal hipótese investigada é a de que o jovem tenha sido executado num acerto de contas entre traficantes de drogas. Segundo um investigador, o assassino provavelmente seguiu Wesley à distância e aproveitou a para abordá-lo dentro da boate. "O crime aconteceu em um horário de pouco movimento no local. O horário entre 19h e 23h é de maior movimento entre traficantes, as pessoas sabem disso e a região já fica mais vazia", afirmou o policial.
Pouco depois do assassinato, uma mulher, que alegou ser a namorada de Wesley, esteve no local do crime. De acordo com a Polícia Militar, ela teria dito que o rapaz era natural de Ipatinga, no interior do estado, e teria ido a Belo Horizonte para vender drogas no centro da capital.