Refugiada conta como é a vida no mercado de escravas do Estado Islâmico

Espaço destinado a conversar sobre tudo.

Regras do fórum
Responder

Resumo dos Test Drives

FILTRAR: Neutros: 0 Positivos: 0 Negativos: 0 Pisada na Bola: 0 Lista por Data Lista por Faixa de Preço
Faixa de Preço:R$ 0
Anal:Sim 0Não 0
Oral Sem:Sim 0Não 0
Beija:Sim 0Não 0
OBS: Informação baseada nos relatos dos usuários do fórum. Não há garantia nenhuma que as informações sejam corretas ou verdadeiras.
Mensagem
Autor
Avatar do usuário
ZeitGeist
Forista
Forista
Mensagens: 5307
Registrado em: 05 Set 2006, 21:37
---
Quantidade de TD's: 56
Ver TD's

Refugiada conta como é a vida no mercado de escravas do Estado Islâmico

#1 Mensagem por ZeitGeist » 02 Set 2015, 11:26


A moça tem 18 e vejam como esta judiada!
Refugiada conta como é a vida no mercado de escravas do Estado Islâmico

https://www.youtube.com/watch?v=R_lVzrIkJ7I

Sequestradas, agredidas, vendidas e estupradas: o grupo Estado Islâmico (EI) tem no Iraque um "mercados de escravas", nos quais as mulheres das minorias, como as yazidis ou as cristãs, são vendidas para servir de escravas sexuais, contou à AFP uma jovem que conseguiu escapar desse inferno.

No livro "Escravas do Daech" (nome do EI em árabe), que será lançado na próxima sexta-feira, na França, Jinan, uma curda de 18 anos, conta como foram seus três meses de cativeiro no Iraque, em 2014, nas mãos dos jihadistas, e como conseguiu fugir uma noite roubando umas chaves.

Depois de ficar presa em vários lugares, entre eles um cárcere em Masul, Jinan foi comprada por dois homens, um ex-policial e um imã, que a prenderam em uma casa junto com outras curdas.

"Eles nos torturavam, queriam nos converter à força", conta Jinan à AFP, em Paris, onde se encontra para a publicação de seu livro, escrito junto com o jornalista francês Thierry Oberlé.

"Se negávamos, éramos agredidas, presas do lado de fora em pleno sol, obrigadas a beber água onde flutuavam ratos mortos. Às vezes, nos submetiam a choques elétricos", ela afirmou.

"Esses homens não são humanos, só pensam em morte, em matar. Usam drogas sem parar. Querem se vingar de todo o mundo. Afirmam que um dia o Estado Islâmico reinará no mundo inteiro", completou.

Em Mossul, Jinan foi levada a um imenso salão com colunas, onde dezenas de mulheres estavam reunidas. "Combatentes circulavam a nossa volta. Brincavam, davam risadas grosseiras, nos beliscavam nas nádegas. Um deles me pegou pelo rosto: 'esta tem belos seios, mas quero uma curda com olhos azuis, com feições claras. Parece que essas são as melhores. Estou disposto a pagar o preço que for'", disse o jihadista.

[ external image ]

Trocada por uma pistola

A jovem recorda ter visto nesse mesmo mercado de escravas compradores iraquianos, sírios, mas também estrangeiros ocidentais, cuja nacionalidade não sabe determinar. As jovens mais bonitas são reservadas a clientes do Golfo, que podem pagar seu maior preço.

Nas casas onde são retidas, o dia era marcado pelas inúmeras visitas de compradores. "Há vendedores que atuam como intermediários, emires que inspecionam a mercadoria".

"Troco sua pistola Beretta pela moreninha, mas se preferir pagar o preço inteiro são 150 dólares. Aceitamos também dinares iraquianos", disse um deles.

Convencidos de que sua escrava não entendia árabe, seus "donos" falam livremente diante dela. Uma noite ela os ouve conversando:

"Um homem não pode adquirir mais de três mulheres, a menos que venham da Síria, Turquia ou do Golfo", lamenta um deles, que se chamava Abu Omar.

"É para favorecer o negócio", responde o outro, Abu Anas. "Um comprador saudita tem gastos de transporte e alimentação que um membro do Estado Islâmico não tem. Há uma cota mais alta para rentabilizar suas compras. É um bom acordo: a casa de finanças do Estado Islâmico aumenta sua renda para apoiar os jihadistas, e nossos irmãos estrangeiros ficam satisfeitos".

Acompanhada em Paris por seu marido, com o qual conseguiu se encontrar depois de sua fuga, Jinan vive atualmente em um campo de refugiados curdos no Curdistão iraquiano.

"Se voltarmos aos nossos povoados, haverá outros genocídios contra nós. A única solução seria se tivéssemos uma região nossa sob proteção internacional", conclui.



Link:
Esconder link da mensagem
🔗

O Tradutor
Forista
Forista
Mensagens: 3845
Registrado em: 05 Out 2009, 02:59
---
Quantidade de TD's: 255
Ver TD's

Re: Refugiada conta como é a vida no mercado de escravas do Estado Islâmico

#2 Mensagem por O Tradutor » 02 Set 2015, 22:20

vou comprar esse livro.

Link:
Esconder link da mensagem
🔗

florestal
Forista
Forista
Mensagens: 3306
Registrado em: 08 Ago 2004, 09:15
---
Quantidade de TD's: 127
Ver TD's

Refugiada conta como é a vida no mercado de escravas do Estado Islâmico

#3 Mensagem por florestal » 07 Set 2015, 21:00

Lamentável o surgimento do Estado Islâmico, um pessoal com ideias da Idade Média. Sempre é bom dizer que o que favoreceu o surgimento desse pessoal foi a invasão norte-americana no Iraque, onde eles diziam que existiam armas químicas e nada foi encontrado. Outra coisa: um embaixador brasileiro, cujo nome parece que é Bustami, se opôs a política norte-americana, ele era Encarregado de um órgão que controlava armas químicas, mas não recebeu apoio do FHC e foi retirado do cargo por pressão do Bush filho.

A igreja católica fazia esse tipo de coisa na Inquisição e nas guerras santas e hoje sofre do mesmo mal que praticou.

Recentemente esse pessoal do EI entraram em um puteiro no Iraque e mataram todas as putas. Escravizar pode, já fazer putaria é proibido.

Link:
Esconder link da mensagem
🔗

florestal
Forista
Forista
Mensagens: 3306
Registrado em: 08 Ago 2004, 09:15
---
Quantidade de TD's: 127
Ver TD's

Refugiada conta como é a vida no mercado de escravas do Estado Islâmico

#4 Mensagem por florestal » 07 Set 2015, 21:12

José Bustani, um brasileiro honesto que ninguém conhece e que tentou evitar uma tragédia. Como ele é diplomata, ele tem de aparecer com as fotos oficiais do governo. Lamentável a postura do FHC e do seu ministro Celso Lafer.

1

2

3

4

5

Link:
Esconder link da mensagem
🔗

O Tradutor
Forista
Forista
Mensagens: 3845
Registrado em: 05 Out 2009, 02:59
---
Quantidade de TD's: 255
Ver TD's

Re: Refugiada conta como é a vida no mercado de escravas do Estado Islâmico

#5 Mensagem por O Tradutor » 07 Set 2015, 21:57

puteiro no iraque :?: ...como é que funciona isso :?:

tenho mt curiosidade de saber como rola a putaria naquelas bandas....teve um jogador brasileiro q atuou no irã e disse q tem mt coisa por baixo dos panos....

e as gps lá...o nível deve ser bem baixo...acho q a buça deve ser peluda da maioria..sei lá...mulheres do oriente médio pelo q já vi na net são muito fracas ( assim como as indianas , chinesas, africanas....)

n tem jeito..BRASIL é top p comer mulher

Link:
Esconder link da mensagem
🔗

Responder
  • Tópicos Semelhantes
    Respostas
    Exibições
    Última mensagem
  • Perda da conta sem explicação/Reativar conta/Mudar nome de usuário
    por HISOKA I » » em Avisos e Regras Gerais
    2 Respostas
    2634 Exibições
    Última mensagem por HISOKA I
  • Deletar conta
    por atorporno1980 » » em Rio Grande do Sul / Interior Estado
    1 Respostas
    1061 Exibições
    Última mensagem por atorporno1980
  • Golpista no estado de Minas Gerais
    por Alternative » » em Minas Gerais / Assuntos Gerais
    0 Respostas
    1454 Exibições
    Última mensagem por Alternative
  • Novo golpe no mercado
    0 Respostas
    798 Exibições
    Última mensagem por rolexnoseucuzex
  • Debate ALs vs GPssituação do mercado, golpes e dicas.
    9 Respostas
    1443 Exibições
    Última mensagem por Andrew_Kiernan

Voltar para “Assuntos Gerais - OFF Topic - Temas variados”