Que porra é essa de "rolou uma química"????

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Re: A tal da química

#76 Mensagem por rapaz solitário » 16 Nov 2015, 17:36

Fodedor Municipal escreveu:
tio chota escreveu:Camarada,


Essa historia de voltar e completar o serviço é furada, já que vc mesmo disse que a mina é triplo não... :oops: :oops:

Vai passar raiva novamente, guarda a grana e vai em outra , pelo menos vc tem chance de 50% de se dar bem. :twisted: :twisted:

Sds, Tio Chota
Também acho isso...

Faz tempo que eu não brocho em programas mas, vez ou outra, passo por "semi-brochadas". Chamo de semi aquelas situações em que eu só vou conseguir deixar o pau totalmente duro e gozar, terminando na punheta. Ou seja, pagar para bater punheta não dá né?

Normalmente, são as putas triplo-não que me fazem passar por isso. Pode ser a GP mais gostosa do mundo, se o não for triplo, já era, ou toco punheta, ou não gozo...
Também passo por situação parecida. Uma vez que eu venho zicado, eu já vou numa pré tensão ao encontro com a puta, já achando que ela não irá me atender bem, que não irá com a minha cara, e já me afeta. Ai, ou ela é fria comigo, ou não me beija, ou chega a querer me chupar com camisinha, em vez de sem, sendo que eu sei que outros clientes ela chupa sem, o que me faz pensar que ela implicou com a minha cara, como se x fosse doente e y não fosse, o que me deixa muito chateado. Isso tudo ajuda a afetar o programa. Uma menina eu até estava indo bem, mas ai ela sacou a camisinha pra chupar com e o fórum falava que ela fazia sem, e broxei na hora.

Kezman, eu já ouvi algumas pessoas falarem que tem menina que te atende melhor depois do segundo atendimento, pois vai ganhando confiança. Mas eu não tenho paciência pra essas pessoas e pagar pra ver. Se não atender bem de primeira, a chance de não atender bem na segunda é grande. Eu já fiz isso de tentar a sorte outra vez com uma mesma garota e não deu certo. Eu acho que os casos de uma segunda vez dar certo é quando a menina é um tanto tímida e travada e, por algum motivo, não se sente tão a vontade contigo, mas não por falta de química, mas por conta da profissão em si, mesmo, e que minimamente te atende bem, sem ser algo fantástico, pois se já fez um atendimento razoável, pode ser que a coisa evolua mais pra frente. Se não for assim, acho complicado um atendimento posterior melhor. E eu também fiquei pensando em arriscar e tentar com uma putinha lindinha do Club Model um repeteco, mas a própria fala na minha cara que não rolou química por mim, no final do programa, sendo que ela, durante o programa, ia fazendo alguns elogios, mas se comprovaram mentirosos. Desse jeito, não sei se a tal química rolaria numa segunda tentativa, mesmo que o atendimento dela não tenha sido tão ruim assim, pois até deixou gozar na boca.

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Re: A tal da química

#77 Mensagem por Comedor da ZN » 16 Nov 2015, 19:02

Também passo por situação parecida. Uma vez que eu venho zicado, eu já vou numa pré tensão ao encontro com a puta, já achando que ela não irá me atender bem, que não irá com a minha cara, e já me afeta
Nesse caso dificilmente o TD será satisfatório, se vc já chega tenso e a GP não for muito experiente ou for aquelas meio neuróticas ela vai achar as situação estranha e ficará tensa tb, e o TD será um merda. Já aconteceu algumas vezes comigo. .

Pra evitar isso, eu faço muitos repetecos e costumo frequentar sempre as mesmas casas. Acho que ajuda. Por isso, eu te recomendo: faça um TD sai zica com uma GP que vc já saiu várias vezes e curtiu :badgrin: :badgrin: :badgrin:

Eu acho que fico mais nervoso mesmo quando vou sair com uma free. Não curto esse lance de marcar horário, fico com medo de achar a mina feia, e tb é muito difícil traçar um diagnóstico da personalidade da GP apenas trocando ideia no whats app. Não vou muito relaxado.

Ultimamente venho saindo mais com esse tipo de GP, pq dá para ficar mais tempo no TD e prolongar a relação, mas continuo achando estranha essa logística.

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Re: A tal da química

#78 Mensagem por rapaz solitário » 16 Nov 2015, 20:16

Comedor da ZN escreveu:
Também passo por situação parecida. Uma vez que eu venho zicado, eu já vou numa pré tensão ao encontro com a puta, já achando que ela não irá me atender bem, que não irá com a minha cara, e já me afeta
Nesse caso dificilmente o TD será satisfatório, se vc já chega tenso e a GP não for muito experiente ou for aquelas meio neuróticas ela vai achar as situação estranha e ficará tensa tb, e o TD será um merda. Já aconteceu algumas vezes comigo. .

Pra evitar isso, eu faço muitos repetecos e costumo frequentar sempre as mesmas casas. Acho que ajuda. Por isso, eu te recomendo: faça um TD sai zica com uma GP que vc já saiu várias vezes e curtiu :badgrin: :badgrin: :badgrin:

Eu acho que fico mais nervoso mesmo quando vou sair com uma free. Não curto esse lance de marcar horário, fico com medo de achar a mina feia, e tb é muito difícil traçar um diagnóstico da personalidade da GP apenas trocando ideia no whats app. Não vou muito relaxado.

Ultimamente venho saindo mais com esse tipo de GP, pq dá para ficar mais tempo no TD e prolongar a relação, mas continuo achando estranha essa logística.
Quanto a fazer o repeteco com uma GP que eu curto, acho bem pertinente. Mas, de ficar frequentando o mesmo lugar, isso pra mim não tem resolvido muito, pois sempre vejo margem pra dar alguma coisa errada. A última com quem eu fiquei numa clínica é bem recomendada pelos foristas que postam TDs, ela beija loucamente e dá o cu de forma idem, mas comigo, até começou beijando bem, mas depois começou a evitar e teve a pachorra de me cobrar taxa do cu, que ou os outros foristas omitem sobre pagar taxa ou ela resolveu cobrar de mim pois não queria dar o cu pra mim e, pelo sacrifício, me cobrou taxa. Se foder! E eu fui o primeiro cliente dela no dia (não sei se a primeira rola do dia) e eu já notei o cu dela meio aberto e piscando pra mim, que já denotava que ela curtia liberar o rabo. Nunca tinha visto daquele jeito, mas não estava destruído igual ao cu da saudosa Ellen Santos quando eu fiquei com ela pela primeira vez, após um jumento ter estragado legal o brinquedo e se divertido bastante nele, mas eu via o cu, digamos, intacto, mas um pouco aberto. Deve ter dado o cu pro macho, antes de ir trabalhar e não me deu o cu por isso, mas também não tenho como saber e o programa não foi do jeito que eu esperava.

Freelancers eu já fiquei com várias e esse seu tipo de ansiedade eu poucas vezes passei. A merda de agora é o que eu venho falando: a zica que está fazendo meio mundo de meninas não irem com a minha cara e "a tal da química" não rola. Minha boca tá podre? Estou cagado? Sou tão feio assim? Alguma puta rogou praga em mim? HSUHUAHUHAUHSAUHASA Não pode ser, pois ainda tem as que me atendem bem. Mas, estou dando azar de ficar com putas que são mais exigentes e curtam seus boys magias da vida. lol

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Re: A tal da química

#79 Mensagem por Ziggy Eye » 21 Nov 2015, 07:31

Relaxa, Rapaz Solitário.

Dei uma olhada na lista onde anoto resumidamente todas as GPs que pego, constatei que as que fazem um ótimo atendimento e me deixaram saudade quando pararam de atender são menos de 10%. Tanto que quando encontro uma que me agrade, faço vários repetecos com ela, apesar de não postar para parecer que sou BOP ou que estou favorecendo-a.

A maioria é TD de esvaziar saco e não voltar ou até pior que isso.
Ou seja, é difícil mesmo encontrar uma GP que tenha AQUELE atendimento ótimo, que vale cada centavo pago. Acho que faz parte da putaria, infelizmente.
Boa sorte em suas próximas aventuras.

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MALEVO
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Re: A tal da química

#80 Mensagem por MALEVO » 22 Nov 2015, 18:22

Interessante este comentário do moodiomemo justamente neste tópico sobre a química. Não sei em que ponto a discussão descambou para este tema do "bom atendimento", mas eu entendo que existem dois pontos de vista.

Dependendo do que se espera do programa ou do que se entende por um bom atendimento, se pode ser bem atendido sem haver química. Por exemplo, se do ponto de vista do cliente, ser bem atendido é comer um cu e ser chupado sem camisinha, isso pode acontecer sem que haja química no encontro.

Do meu ponto de vista, um bom programa parte da química entre a puta e eu. Não me interessa se a puta me der o cu, me beijar e chupar sem camisa, se tudo for feito no piloto automático. Eu, por exemplo, não faço entrevista nenhuma e nem combino nada com a puta antes do programa. Primeiro porque acho humilhante a pessoa que, além de estar pagando, ficar mendigando beijo e chupada sem capa. É óbvio que se a criatura vai pra cama com o sujeito, ela tem que beijar e chupar o pau sem camisinha. São coisas que não é necessário combinar antes. Eu nunca combino nada e não lembro da última vez que não fui atendido assim. A não ser no trash, onde a rotatividade é muito alta, a clientela é de outro nivel social e deve existir uma preocupação maior com a higiene, muito embora os motivos para as putas fuleiras não beijarem nem chuparem desencapado sejam outros, elas tem uma visão diferente da putaria, não são profissionais de verdade.

Resumindo, química depende bastante da atitude do homem perante a mulher (puta). Outros fatores como boa aparência influenciam e muito. Mas você se portar como homem e não ficar de mimimi pedindo pão velho pra puta, já é um bom começo.

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Re: A tal da química

#81 Mensagem por Comedor da ZN » 22 Nov 2015, 20:08

MALEVO escreveu:
Do meu ponto de vista, um bom programa parte da química entre a puta e eu. Não me interessa se a puta me der o cu, me beijar e chupar sem camisa, se tudo for feito no piloto automático. Eu, por exemplo, não faço entrevista nenhuma e nem combino nada com a puta antes do programa.
Concordo parcialmente, eu acho que na entrevista serve mais para traçar um perfil da GP, ou seja importa muito como ela responde e não necessariamente o que ela responde. Não sei se vc frequenta clinicas de massagem e privês, mas nesses locais escolher uma GP pode ser um tiro no escuro.

Muitas vezes na apresentação eu já consigo perceber se o atendimento da GP é bom, e nem preciso disso. Por exemplo, se a GP me der um selinho, ou beijo no canto da boca já sei que vai ser bom. Algumas vem um olhar diferente, com aquela cara de safada.

Mas nem sempre é possível fazer isso. Muitas vezes a apresentação é rápida, e a casa está vazia sendo que não demorará muito tempo para ver outras apresentações. Ai não tem jeito, tem que ter entrevista, e tentar encontrar tais características em alguma GP ou sair fora sem comer ninguém.

Se eu sigo o meu feeling dificilmente eu erro, da última vez em que achei a GP estranha, mas como os relatos eram bons subi sem trocar uma ideia o td foi um lixo. A GP foi fria e mecânica, não chupou no pelo e não beijou. Conversando antes, acho que teria a descartado mesmo se as repostas fossem positivas.

Agora em alguns prives, o buraco é mais embaixo. Oral no pelo e beijo na boca são raros em muitas casas, ou então as GPs querem taxinha. Aí eu não arrisco de jeito nenhum, pergunto antes de subir.
Resumindo, química depende bastante da atitude do homem perante a mulher (puta). Outros fatores como boa aparência influenciam e muito. Mas você se portar como homem e não ficar de mimimi pedindo pão velho pra puta, já é um bom começo
Discordo, acho que algumas GPs não são profissionais. Frequento sempre os mesmos lugares, e minha atitude é basicamente a mesma com todas as GPs. Procuro agradar, busco quebrar o gelo, etc. Pois bem, o que justificaria determinadas GPs me atenderem super bem ( beijo de língua, oral no pelo, e até anal), e outra GP da mesma casa ser extremamente fria e mecânica ?

Minha aparência, higiene e atitude não mudaram tanto de uma semana para outra que pudessem motivar um atendimento tão diferente de outras GPs da mesma casa.

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Re: A tal da química

#82 Mensagem por rapaz solitário » 23 Nov 2015, 00:25

Como o Malevo escreveu, posts mais acima, eu não acho que o assunto do tópico descambou ou coisa do tipo, porque por mais que eu até concorde com ele que não é necessário química pra um bom atendimento, dependendo da expectativa do cliente, eu vejo que a química tem tudo a ver com bom atendimento, pois se tiver química, o atendimento será muito bom, e é o que muitos gostariam, se não todos. Essa de um putanheiro não esperar muito de um atendimento primoroso é mais de quem é adepto da modalidade do fast fuck em privês mais em conta, mesmo que em privês mais requintados, clínicas, boates e freelancers a baixa expectativa possa não acontecer. Mas, o que atrai o público putanheiro a esses antros com programas mais caros é justamente a chance de um atendimento mais envolvente, e é por isso que sai mais caro do que um privê da vida. Quem não espera um atendimento primoroso, ao meu ver, não vai se apetecer tanto de ir a um lugar e pagar mais caro pelo programa e não receber algo à altura do que está pagando. A gerente de uma casa que eu frequento diz que o que ela espera das meninas que trabalham junto com ela é que elas atendam os clientes iguais seus namorados. Se é exagero dela, eu não sei, mas me parece o que se espera, de fato, quando pagamos a mais por um serviço.

Conforme foi dito aqui, e eu já li isso muitas vezes, a putaria em anos e até décadas atrás parecia ser algo mais proveitoso, onde se pagava proporcionalmente menos e com atendimentos melhores e com melhor qualidade de beleza das putas, e é uma pena que eu, por não ser tão velho assim, não tenha aproveitado essa época dourada da putaria. Na minha experiência de 12 anos na putaria, posso dizer que sai satisfeito em mais de 50% das vezes, mas a cada ano que passa essa porcentagem parece diminuir. Não falo de GPs atuais que ainda dispõem de bom atendimento pois acho que as regras do fórum não permitem, além de soar como algo relativo, mas ainda se encontra algumas, e numa história um tanto recente, lembro bem de algumas putas que rolou boa química e bom atendimento, do jeito que eu gosto, mas que já purpurinaram. Porém, eu julgo ainda como algo pequeno diante daquilo que achamos que poderia ser a quantidade de putas que ainda fazem um bom trabalho. E parece que está, de fato, havendo alguma regra de atendimento burocrático por parte das atuais putas de só saber da grana e nada em agradar o cliente, como se estivessem nos fazendo um favor. Mas, além da filha da putagem corriqueira por parte das putas em só querer sacanear os clientes, uma vez que não só aqui, mas no tópico das Mulheres Interesseiras, a beleza do indivíduo, por mais que muitos relativizam, ainda assim consideram como algo importante, na putaria não vai ser diferente. O que foi dito no outro tópico, se eu não estiver enganado, é que pegar mulher numa balada, a beleza vai contar mais do que numa livraria, onde você consegue desenvolver um papo melhor e mais abrangente, e eu vejo que com puta funciona igual balada, pois a puta está vendo o cliente ali, naquele momento, sem tem mantido algum contato com ele, e vão ter que desenvolver alguma empatia mínima que seja pra seguir com o atendimento, e se o cliente for do agrado da puta, é claro que ela atenderá melhor do que se o cara fosse muito feio. E diante da máxima de "servir bem pra servir sempre", vocês acham que uma puta, se importando também com a beleza do cara, ela vai querer atender bem um feioso, apenas com o pensamento de atender bem pra atender sempre? É claro que isso seria relativo, pois quem escreve aqui e se julga feioso, se isso o que estou escrevendo fosse absoluto, eu nunca teria me dado bem com puta top, gostosa e de bom atendimento, ou de ter rolado química com quem quer que fosse a puta, como já me aconteceu. Acabou juntando o profissionalismo da puta e de ter batido os nossos santos, mas isso não tira o fato de que tem puta que se importa com a aparência do cliente, como eu venho comprovando de tempos pra cá com mais frequência. E, se não é a beleza, é o poder aquisitivo, onde muita puta cobra caro só pra separar sua clientela. Lembro ter feito uma reclamação sobre a cobrança de preço de uma puta "catarinense" daqui, que cobrava caro e entregava pouco, mas acabei me equivocando em um item do menu dela (anal) e ela veio dizer que fazia, sim, e ainda veio se vangloriar de que a maioria dos clientes dela pagavam muito mais do que ela anunciava por aqui e ainda esnobando e fazendo insinuação sobre eu não ter dinheiro pra poder aproveitar tudo do bom e melhor... kkkk. Hilário, pois poder pagar o que ela cobrava eu poderia, mas não vale a pena, uma vez que além do serviço ser um tanto aquém do que ela cobra, é quase consensual que puta não vale muito além daquilo que a gente vê elas cobrando.

Enfim, só vejo que a tendência é que as coisas piorem. Creio que sempre haverá uma ou outra memorável, mas pra cada boa GP, haverá um número maior de más GPs, e as boas correrão o risco de se corromperem pelas más. Uma bosta...

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Re: A tal da química

#83 Mensagem por MALEVO » 23 Nov 2015, 09:44

Eu não faço entrevistas até porque não vejo nenhuma utilidade. A puta falar que vai fazer isso ou aquilo não significa que na hora H ela realmente irá cumprir com o combinado. E também não vejo nenhuma garantia se a mulher beijar de língua e/ou enfiar a mão no pau na apresentação ou no papo na boate antes de subir pro quarto. Isso quase sempre é premissa de foda ruim. Normalmente elas usam estes artifícios para atrair o cliente. E fazem isso com todos, desde o galã até o baixinho gordo. E vocês acreditam que ela vai foder da mesma forma com os dois?

Nas clínicas aqui de Porto Alegre, as putas passam tão rápido que mal dá tempo delas dizerem o nome. Negociar alguma coisa, então, é quase impossível, a não ser que você pegue a puta pelo braço e pergunte antes que ela saia porta fora. Eu nunca perguntei nada e sempre ganhei beijo e chupada sem capa, às vezes até cu sem taxa. Vale mais você perceber as intenções da puta pelo olhar do que mil promessas.

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Re: A tal da química

#84 Mensagem por tslvr » 23 Nov 2015, 14:10

MALEVO escreveu:Eu não faço entrevistas até porque não vejo nenhuma utilidade. A puta falar que vai fazer isso ou aquilo não significa que na hora H ela realmente irá cumprir com o combinado. E também não vejo nenhuma garantia se a mulher beijar de língua e/ou enfiar a mão no pau na apresentação ou no papo na boate antes de subir pro quarto. Isso quase sempre é premissa de foda ruim. Normalmente elas usam estes artifícios para atrair o cliente. E fazem isso com todos, desde o galã até o baixinho gordo. E vocês acreditam que ela vai foder da mesma forma com os dois?

Nas clínicas aqui de Porto Alegre, as putas passam tão rápido que mal dá tempo delas dizerem o nome. Negociar alguma coisa, então, é quase impossível, a não ser que você pegue a puta pelo braço e pergunte antes que ela saia porta fora. Eu nunca perguntei nada e sempre ganhei beijo e chupada sem capa, às vezes até cu sem taxa. Vale mais você perceber as intenções da puta pelo olhar do que mil promessas.
Da minha experiência com GP's em tempos passados (mas não tão remotos assim) e pelo o que ainda leio nos foros por aqui, se vieres algum dia ao sudeste e te aventurares com GP's que atendem por aqui (inclusive conterrâneas tuas que já estejam em SP-RJ há algum tempo), vais perceber que o teu modus operandi por aqui vai ser uma fonte quase certa de frustração, como colocado por outros foristas...eu concordo com os demais que é realmente importante ver principalmente como a GP responde às perguntas pelo telefone (falando de frees, que era o mercado que eu acessava)..

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Re: A tal da química

#85 Mensagem por Fodedor Municipal » 23 Nov 2015, 17:18

Esse negócio de beleza x bom atendimento é papo furado... Putas estão nessa vida é para fazer grana. De preferência, bastante e em pouco tempo. Melhor convencer um velho gordo e careca rico a sair com ela todo dia, do que atender super bem um jovem boa pinta, quebrado, que não vai voltar mais ou volta 1x por mês.

Putas vão atrás da molecada boa pinta, nas baladas, que elas vão nos finais de semana, gastando o dinheiro que ela ganhou dos velhos gordos durante a semana. E nessas baladas, fazem de tudo para "fazer de conta" que não são putas. E ficam nos amassos e sexo casual com os boyzinhos sarados, quando não, namoram com os mesmos.

Fora aquelas, que descobrem os "velhos ricos", muitos carentes e inocentes, e arrumam um casamento com os mesmos, para sugar toda a grana do coitado.

Puta que quer fazer dinheiro, tem que tratar bem os feios. Porque são a grande maioria dos seus clientes. Putas atendem, com frequência, caras com o dobro da sua idade e totalmente fora de forma. As que atendem mal esses caras, além de ganhar pouco na putaria, ainda não duram muito. Puta fresca, principalmente com aparência de cliente, nunca vai ser uma puta de sucesso. E o que é o sucesso na putaria? Fazer o máximo de dinheiro no menor tempo possível...

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Re: A tal da química

#86 Mensagem por rapaz solitário » 23 Nov 2015, 18:09

MALEVO escreveu:Eu não faço entrevistas até porque não vejo nenhuma utilidade. A puta falar que vai fazer isso ou aquilo não significa que na hora H ela realmente irá cumprir com o combinado. E também não vejo nenhuma garantia se a mulher beijar de língua e/ou enfiar a mão no pau na apresentação ou no papo na boate antes de subir pro quarto. Isso quase sempre é premissa de foda ruim. Normalmente elas usam estes artifícios para atrair o cliente. E fazem isso com todos, desde o galã até o baixinho gordo. E vocês acreditam que ela vai foder da mesma forma com os dois?

Nas clínicas aqui de Porto Alegre, as putas passam tão rápido que mal dá tempo delas dizerem o nome. Negociar alguma coisa, então, é quase impossível, a não ser que você pegue a puta pelo braço e pergunte antes que ela saia porta fora. Eu nunca perguntei nada e sempre ganhei beijo e chupada sem capa, às vezes até cu sem taxa. Vale mais você perceber as intenções da puta pelo olhar do que mil promessas.

Eu também não sou muito de perguntar pra puta o modus operandi dela muito por, tolamente, de acordo com alguns foristas daqui, confiar em parte dos relatos aqui do GPGuia e, no caso de fodas em clínicas, confiar na gerência, mas nem sempre dá certo, mas me satisfez mais da metade das vezes. Porém, começo a cogitar começar a perguntar pras quengas o que esperar do serviço delas e se dá pra contar com isso ou não. Só que, como o Malevo disse, não é garantia de nada, pois elas podem apenas falar mundos e fundos pra te atrair e, na hora, não rola nada, e eu já tive exemplos disso. Mas, ainda na maioria dos casos, meu saldo é positivo em sucesso com as GPs, mas nos últimos tempos, tá aquém do que eu quero.

E, quanto a entrevistar as quengas, ai vai depender do seu entrosamento com a casa ou da liberdade geral que ela dá pra cada cliente, e tem casos em que, depois da apresentação, dá pra chamar a puta de canto e conversar com ela sobre o que ela faz e não faz, sem necessidade de pegar ela pelo braço.
Fodedor Municipal escreveu:Esse negócio de beleza x bom atendimento é papo furado... Putas estão nessa vida é para fazer grana. De preferência, bastante e em pouco tempo. Melhor convencer um velho gordo e careca rico a sair com ela todo dia, do que atender super bem um jovem boa pinta, quebrado, que não vai voltar mais ou volta 1x por mês.

Putas vão atrás da molecada boa pinta, nas baladas, que elas vão nos finais de semana, gastando o dinheiro que ela ganhou dos velhos gordos durante a semana. E nessas baladas, fazem de tudo para "fazer de conta" que não são putas. E ficam nos amassos e sexo casual com os boyzinhos sarados, quando não, namoram com os mesmos.

Fora aquelas, que descobrem os "velhos ricos", muitos carentes e inocentes, e arrumam um casamento com os mesmos, para sugar toda a grana do coitado.

Puta que quer fazer dinheiro, tem que tratar bem os feios. Porque são a grande maioria dos seus clientes. Putas atendem, com frequência, caras com o dobro da sua idade e totalmente fora de forma. As que atendem mal esses caras, além de ganhar pouco na putaria, ainda não duram muito. Puta fresca, principalmente com aparência de cliente, nunca vai ser uma puta de sucesso. E o que é o sucesso na putaria? Fazer o máximo de dinheiro no menor tempo possível...
Partindo do lado profissional da coisa, eu concordo contigo. Mas, noto que você toma uma característica tendente e generaliza pra todos os casos, como no tópico das mulheres interesseiras, e eu sempre aperto a tecla da relatividade, que nem tudo funciona conforme a cartilha conta, que há exceções pra tudo. Pelo visto, o exemplo que eu usei de, no mundo civil, que mesmo que mulher se importe mais com outras coisas no homem, que a beleza ainda ajuda bastante, e que isso poderia ser trazido pro meio da putaria, por ser algo também no estilo balada, pra você, não procede. Se a falta de profissionalismo fosse o único motivador de maus atendimentos, e vice-versa, concordaria plenamente contigo, mas pela minha experiência, não se trata só disso. Já vi putinha jovem toda ouriçada em clínica ao ver cliente "novinho" (aliás: que merda de termo criado no funk esse de novinha... No Sul, essa merda parece que ainda não pegou. Menos mal...). E, relatos de algumas putas que dizem gostar quando pegam um cliente mais jovem porque pegam muito velho careca e barrigudo... Só que, por outro lado, também escuto de puta que preferem clientes mais velhos. Assim sendo, depende do caso.

Há as putas que são profissionais e sabem que pra atender bem, tem que ser mais maleável com a variedade de clientes e se adaptam bem a isso, além daquelas que tem a putaria no sangue e metem que nem loucas, embora o número esteja diminuindo e, muitas vezes, a falta de beleza de algumas não apeteça muito o desbravamento. E há as putas que encarnam que estão na profissão pra fazer dinheiro o mais rápido possível e demonstram que, se puderem, se engatam em algum BOP e largam a vida da putaria, e vi exemplos recentes disso por ai. Enfim, vejo que há características gerais, mas cada caso é um caso. Se o exemplo da putinha que esquece que é puta na balada e vai dar pros boyzinhos sarados é um fato, eu não vejo motivos pra ela não desempenhar o mesmo papel quando ela vê um boyzinho desse tipo numa casa. Seria indiferente com ele na casa e o trataria bem fora? Mesmo que ele não volte mais vezes pra comer ela na clínica, privê, boate ou no seu flat? Não vejo que faça tanto sentido assim, pois ainda mais se ela gostar da coisa, ela vai é aproveitar que tem um do agrado dela, onde ela vai unir o profissional com os desejos dela.

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Re: A tal da química

#87 Mensagem por Fodedor Municipal » 23 Nov 2015, 18:24

Só que aí, rapaz solitário, vc está generalizando a exceção. Ela existe, mas não é regra. Por isso é exceção. Vcs valorizam muito essa questão da beleza física, no que tange ao atendimento das putas. O que não pode esquecer, é que a maioria dos novinhos que ela fica na balada, não são clientes. Os caras são baladeiros, digamos, tão em "outra pegada". Não vão ficar pagando puta até porque, muitos, nem grana disponível pra isso tem, sem contar que, nas baladas, até por serem boa pinta, "pegam geral", sem muita dificuldade...

Existem as exceções? Claro. Tem novinho boa pinta que vai nos privês, comer putinha. Mas é a minoria absoluta. Se uma puta só tratar bem esse tipo de cara, tá fudida, e não é no sentido sexual da palavra. Esses boyzinhos, além de minoria, gastam menos na putaria, ou porque tem menos dinheiro que os tiozão já estabilizados no trabalho, ou, porque, como disse antes, pegam mulheres (muitas, putas) de graça nas baladinhas...

Puta que quer ganhar dinheiro (e suponho eu que é o objetivo principal delas nesse trabalho), tem que tratar bem homem feio, velho e barrigudo. Pois são 90% dos seus clientes. Se atender bem só os "gostosinhos", logo perde os clientes feios, que são a maioria, e, a cada dia que passa, menos dinheiro entra, pois os véio não vão mais e o boyzinho, aparece de vez em quando e ainda quer desconto :lol:

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Re: A tal da química

#88 Mensagem por MALEVO » 23 Nov 2015, 18:54

O que eu acho é que a tendência é mesmo esta que vocês descreveram. A maciça maioria dos clientes de putas não são as pessoas que elas escolheriam para foder de graça. Mas também existe a tendência delas atenderem bem estes caras menos favorecidos na aparência, pois, afinal de contas, é a forma como elas escolheram ganhar a vida.

Mas aí que eu coloco no debate o assunto do tópico. Afora aquelas exceções, tipo a puta que curte um coroa ou um cara mais velho e/ou feio mas bom de cama (conceito relativo, pois cada mulher é diferente da outra), com o cliente normal quase sempre a puta será profissional e a possibilidade de haver química é quase nula (salvo as citadas exceções). Agora, com o cara jovem e bonito, a atração certamente virá com maior facilidade.

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Re: A tal da química

#89 Mensagem por rapaz solitário » 23 Nov 2015, 19:13

Fodedor Municipal escreveu:Só que aí, rapaz solitário, vc está generalizando a exceção. Ela existe, mas não é regra. Por isso é exceção. Vcs valorizam muito essa questão da beleza física, no que tange ao atendimento das putas. O que não pode esquecer, é que a maioria dos novinhos que ela fica na balada, não são clientes. Os caras são baladeiros, digamos, tão em "outra pegada". Não vão ficar pagando puta até porque, muitos, nem grana disponível pra isso tem, sem contar que, nas baladas, até por serem boa pinta, "pegam geral", sem muita dificuldade...

Existem as exceções? Claro. Tem novinho boa pinta que vai nos privês, comer putinha. Mas é a minoria absoluta. Se uma puta só tratar bem esse tipo de cara, tá fudida, e não é no sentido sexual da palavra. Esses boyzinhos, além de minoria, gastam menos na putaria, ou porque tem menos dinheiro que os tiozão já estabilizados no trabalho, ou, porque, como disse antes, pegam mulheres (muitas, putas) de graça nas baladinhas...

Puta que quer ganhar dinheiro (e suponho eu que é o objetivo principal delas nesse trabalho), tem que tratar bem homem feio, velho e barrigudo. Pois são 90% dos seus clientes. Se atender bem só os "gostosinhos", logo perde os clientes feios, que são a maioria, e, a cada dia que passa, menos dinheiro entra, pois os véio não vão mais e o boyzinho, aparece de vez em quando e ainda quer desconto :lol:
Eu não trato a exceção como regra, mas falo de relatividade, que cada caso é um caso, pois eu não tiro toda razão daquilo que você escreve. Mas a questão não é a puta só atender bem o cliente feio, gordo, velho e careca, mas atender bem a TODOS. Não estou dizendo de toda puta ser seletiva quanto ao atendimento e só atender os bonitinhos ou quem ela quer, até porque se ela fizer isso, na maioria das vezes, estará ferrada e não se dará bem no meio. Exemplo mais recente que eu vi, que eu acho que já citei aqui, foi de uma moça bem bonitinha que tinha um atendimento, no geral, de morno pra ruim, mas escolhia os clientes e, pra alguns, até liberava o rabo. Do jeito que você fala, pelos mais desprovidos de beleza serem a maioria, que ela teria que esnobar os mais privilegiados. Não penso que teria que ser assim, pois seria a mesma coisa da qual estou reclamando, mas invertendo os papeis. Enfim, se a puta está na chuva, tem que se molhar, tem que cumprir seu papel de boa puta, seja lá com qual cliente for. Mas, ai, entra o fato de que, de algum jeito, o cliente tem que fazer a parte dele, ao menos na parte da higiene. E se o cara for um tanto estranho? Muito bravo e muito quieto (eu mesmo, volta e meia, tenho problema com meu semblante fechado)? Tem desejos estranhos? Ou se for muuuuuuuuuito feio? A gente fala de profissionalismo, mas se tratando de atendimento sexual, o outro lado, querendo ou não, ele vai ter que colaborar de algum jeito. E não é só resumir os clientes de putas na base do 8 ou 80, pois tem tudo quanto é tipo de cara solicitando os serviços de putas, desde os que elas possam considerar mais ou menos ou mesmo "bonitinhos". Vai da opinião de cada puta. E outra coisa é que vai muito cara casado, e se o cara é casado, pelo menos a esposa dele se interessou pelo cara, o que significa que alguma coisa ele teve de interessante pra contrair matrimônio com suas respectivas esposas, isso quando apenas não namoram ou são juntados.

Repito: se o boy magia resolve ir comer uma puta e ela curte dar pra um boy magia, por que ela vai deixar de atender bem o cara, mesmo sabendo que ele não seria um potencial cliente dela? Ela estaria unindo o útil ao agradável; fazendo o papel de boa puta e gozando horrores com o boy magia que faz ela piscar o cu e molhar a calcinha. Atender bem um cara que ela sinta química não tem nada de falta de profissionalismo, mas seria um misto de gosto pessoal com falta de profissionalismo se ela generalizasse e só quisesse atender bem o boy magia. Quanto a questões anatômicas por parte do cliente também motivarem isso, ai vai de cada puta e o quanto ela gosta e aguenta, e isso nada tem a ver com a cara do indivíduo. Talvez com a cor de pele, mas não vem ao caso.

Estamos reduzindo a puta a apenas um ser profissional. Mas, esquecemos que ela também é mulher, tem seus gostos e ela está trabalhando com algo íntimo que, normalmente, ela só faz com quem ela gosta. É diferente de outras profissões, ao meu ver. Assim sendo, a tal da química vai ajudar muito mais nesse caso a ela desempenhar um bom papel do que comparar com qualquer outro emprego comum.

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Re: A tal da química

#90 Mensagem por Fodedor Municipal » 23 Nov 2015, 19:15

A pergunta que não quer calar é: o que é essa química?

É algo muito relativo, e que varia demais, de acordo com a expectativa que cada cliente cria. É difícil definir. Uma mulher pode ser triplo sim, e fazer tudo de forma robótica. Outra, é triplo não, mas é simpática e carinhosa. Aí vai do que o cliente quer. Dependendo, a tal da química para um é apenas o triplo sim. Já para o outro, basta que a puta seja "carinhosa", mesmo sendo triplo não, para ele considerar que rolou química.

Essa química que alguns dizem que é ser "tratado como um namorado", acho bizarro. Pela natureza da putaria. Nem faz sentido. Até acho que dá para chegar perto disso. Mas não é na primeira saída com uma puta. Isso requer dinheiro, paciência e disposição para ficar repetindo a mesma puta. Depois de uma quantidade grande de repetecos, a relação puta x cliente, naturalmente se modifica, ambos ficam mais íntimos e a puta pode, à partir daí, ser, digamos, uma "namorada virtual" para esse cliente que considera isso química com a puta...

Resumindo: química com a puta é, na teoria, ser tratado bem pela mesma. E o que é ser tratado bem? Varia de uma série de suposições, que envolve dinheiro gasto, expectativas criadas e desejos sexuais que o cliente tem naquele momento...

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