Roco Sifriedi escreveu:Curitiba tb está começando a inflacionar. Algumas merecem o $300,00 pois são lindas e dificilmente VC pegaria . agora tem GP gorda, qdo digo gorda é plus size mesmo , pedindo $300 pra liberar o *, chega a ser revoltante.
Roco, continuando uma conversa lá do último TD que você postou, e que antes eu havia postado como "informações" (baianinha), sua opinião de que a "VINDA" de GP's com o corpo em dia e mais jovens, poderia ter o efeito de fazer as "locais" modificarem seu atendimento (e/ou precificação), considero um ponto interessante, vale o debate;
Eu vejo como "fluxo". Existe o fluxo de meninas vindas da região metropolitana ou do interior, vieram por todos os motivos (estudar, escapar de alguma situação, trabalhar na capital e pelo "corpinho" acabaram sendo agenciadas, as vocacionadas etc etc.) observo que com as facilidades de comunicação (internet, celular, whatsapp etc.) as que possuem ao menos dois neurônios acabam "descobrindo o preço" a partir da média do setor.
Existem aquelas que anunciam em páginas "mais populares" (vivastreet, mefode etc.) e acabam em algum momento entendendo que podem "migrar" para páginas supostamente mais selecionadas. Outras, trilham o caminho inverso, observam que as páginas "mais populares" proporcionam um público diversificado disposto a paga menos, aceitando ficar menos tempo com a garota (lembremos sempre, que em especial neste setor, tempo é dinheiro) portanto, são fluxos também.
Existem muitos outros fluxos; das GP's que começam em bares ou até na rua e "migram" para ambientes mais refinados (e vice-versa), ou se descobrem boas administradoras e partem para o auto-gerenciamento (posteriormente descobrando que o upscale para a categoria de cafetinas é mais rentável que explorar o próprio corpo). Existem as GP's que acabam arrumando emprego fixo e continuam atendendo clientes "fixos", as que começaram dando para coleguinhas de escola ou de trabalho e começaram a cobrar ... enfim, do modo como vejo, boa parte das fornecedoras está sempre, em maior ou menor velocidade, migrando.
Esse fluxo reverso, das garotas que já passearam por várias capitais e "vem fazer curta temporada em Curitiba", não sei como poderia influenciar na adequação de serviços ou diminuição de preços (ou ambos).
Se formos comparar essas "garotas de fora" com as "GP's RUINS", bom, aí sabemos que as "ruins de tudo" não duram muito (e as "garotas de fora" não ficam muito tempo).
Vamos admitir que em Curitiba existe uma certa quantidade de GP's que "atendem bem", possuem uma clientela relativamente fiel, por vezes cativa e que paga pela confiabilidade ("diversão garantida e segura"). Esse seria o "setor mais estável" (dentre todos os "fluxos"). Nesse caso, a "garota vinda de fora" serve como ponto fora da curva mas não como determinante da mudança de um "relacionamento comercial estável" por assim dizer, especialmente quando cobra mais caro que as locais. Na verdade, "a de fora" pode até servir ao efeito contrário, ou seja, "justificar" as fornecedoras locais ante os olhos de suas respectivas clientelas, especialmente se o atendimento das de fora for mais caro e pior.
Abrindo parenteses sobre essas "garotas locais que atendem bem", também elas por vezes seguem o fluxo e tornam-se elas "garotas de fora" (via de regra, em SP/capital ou interior) onde ficam por uma "curta temporada", geralmente ditada por férias (escolares, ou de empregos fixos) ou então por "tempos bicudos" aqui em Curitiba. Aí, o "cliente local" sabe que a sua GP estará em SP cobrando 300 ou mais (quando aqui cobra 150 ou 200) mas também sabe, que "lá" a GP terá custos (aluguel, segurança etc.) que só se tornarão viáveis na medida em que ela souber aproveitar o "pico da novidade". A garota também sabe disso ou seja, sabe que quando "voltar a Curitiba", tem que voltar para o patamar de preço que de alguma forma se estabeleceu entre ela e "sua clientela cativa".
Contudo, a verdade é que existe esse "fluxo" de "garotas de curta temporada" que "vem para Curitiba" e sim, concordo que em se tornando mais constante (e/ou mais significativo, quantitativa ou qualitativamente falando) existe sim chance de esse "fluxo" influa nos outros "fluxos".