POSITIVOFez Oral sem camisinha:SIM
Fez Anal:NÃO
Beijou na Boca:SIM
Depois de ter saído algumas vezes com a Renata, queria que ela saísse comigo e minha mulher, uma mulata graciosa, faladeira e muito sensual. Tínhamos essa fantasia há muito tempo, na cama soprávamos palavrinhas no ouvido do outro, mas ficava nisso, na fantasia, que perdia força, já que não púnhamos em prática. Tomamos coragem e marcamos um encontro num bar aqui na região da rua Boa vista. A ideia era as duas se conhecerem, saber se rolaria alguma química entre elas.
No começo foi meio estranho, pelo menos pra mim. Se comportavam de forma educadas, formais, mas conforme a cerveja foi sendo consumida, elas se soltaram, tantos nos assuntos, como o própria corpo, que de maneira sutil, uma se inclinava em direção a outra, os olhares se tornaram mais vivos e, claramente se estabeleceu uma tensão sexual entre as duas.
Eu, praticamente só assistia, participava dos assuntos de forma pontual, tendo todo o cuidado pra não falar qualquer coisa que esvaziasse aquela deliciosa sensação que tinha estabelecido. E, conforme bebíamos, os três nos tornarmos como se fosse um, uma gostosa sensação de prazer nos tomava o momento. Logo Renata perguntou a Marina se queria dar uma esticada em algum motel. No entanto, Marina não é tão descolada, iniciante na arte do amor a três, disse que estava cansada e que naquele dia não seria adequado, que o que ela queria naquele momento era apenas conhecer melhor a Renata.
Eu sabia que o vínculo estava formado, que as duas gostaram uma da outra, mas que seria necessário paciência. Até fomos a um outro bar no centro, tomamos mais cerveja na esperança que Marina mudasse de ideia. Nesse dia ficou nisso, levamos a Renata em casa, que durante todo o encontro se mostrou amorosa, segura e confiável.
Depois de umas duas semanas, a Marina me autorizou a convidar a Renata pra uma visita em nossa casa. A marina fez deliciosas panquecas, compramos um bom vinho, a casa cheirosa, aconchegante. Eu me sentia ansioso, muito ansioso, pois era uma situação nova, mas também me sentia excitado e satisfeito com a boa vontade da Marina, que ao contrário do que imaginava se mostrava contente com a experiencia que nos avizinhava.
Como estava na correria, Marina ficou em casa terminando os preparativos e eu fui sozinho pegar a Renata no metro. Começamos com um abraço e um beijo bem gostoso (o beijo dela é leve e sempre vivo). No caminho conversamos trivialidade e de como esperávamos que fosse a noite.
Entramos na sala e Marina, sentada no sofá, veio cumprimentá-la, sentamos um pouco e conversamos bastante sobre assuntos diversos. Fui à cozinha e trouxe o vinho, brindamos à vida e aos encontros. As duas se olhavam como que quisesse devorar a outra. Um sentimento estranho me deixava à deriva, um pouco de ciúmes, mas um tesão forte que fazia meu pau querer estourar as calças. A Marina foi até a cozinha pôr as panquecas pra esquentar. Na sala, eu e a Renata nos olhávamos com profunda cumplicidade, como se eu e ela tivéssemos ganhado um grande prêmio, cada um a seu modo.
Vez ou outra a Marina vinha à sala pra nos servir mais vinho ou comentar algum assunto, e elas trocavam olhares desconcertantes. Durante o jantar conversamos sobre muitas coisas. A Marina soltava as palavras, a Renata ria e eu admirava a alegria e a empatia que ocorria entre as duas. Até nesse momento, parecia um encontro de amigos, bebidas, conversas, comida gostosa, afagos e elogios.
Depois veio um silêncio como se ninguém tivesse nada a falar. Foi quando Marina se aproximou da Renata e deu um beijo, desses beijos cheios te tesão, mas ainda secreto. Marina me puxou para perto, e os três beijávamos bocas diferentes, ora eu sentia os lábios da Renata, suave, quente, tesudo, o da Marina, mesmo já conhecendo, estava diferente, mais caloroso, fértil, doloroso, como se quisesse expulsar o prazer pela boca e não coubesse. Quando separamos nossas bocas, rimos os três, alegres e descontraídos.
Demos um tempo, tomamos mais vinho, e novamente a Renata veio por trás da Marina e passava a língua no seu pescoço e descia como uma cobra assanhada para o meio das costas, eu, que estava na frente da Marina, passava as mãos nas costas da Renata, descia até a bunda e apertava forte e ela dava gemidos estridentes, luminosos, estava à vontade e querendo mais.
A Marina nos pegou pelas mãos e nos guiou até o quarto. Amei o gesto. Na cama, as duas sempre se tocando, Renata tirou o vestido da Marina, a Marina fez o mesmo, deixou a Renata nua, apenas de calcinha, vermelha, de renda, uma calcinha especial que destacava a boceta, que estava inchada. Então, Renata começou a chupar os peitos da Marina, que toca o corpo da Renata freneticamente, que retribuía mamando como se fosse um bebê. Marina me puxou pra perto, pediu pra eu tirar a roupa, então, deitado, as duas começaram a chupar meu pau, uma dança delirante, a Marina na base da rola, a Renata, na cabecinha, de vez em quando a boca delas se encontravam, e se beijavam, de forma que babavam na cabeça da minha rola, voltavam ao início, isso parou porque eu dei um jeito de sair, senão queimaria na largada.
Então a Renata beijou barriga da Marina, que como um sussurro sua língua tocava a pele de Marina, que se contorcia de prazer. A Marina novamente me puxou, dessa vez colocou meu pau na boca dela, e a Renata desceu até a Boceta da minha mulher, e chupava e chupava, forte, e a pélvis de Marina, num movimento quase involuntário ia ao da encontro da boca de Renata, que cheia de desejo, enterrava o rosto entre as pernas de Marina, que as levantou, sem lagar minha rola da boca.
Até que numa explosão, a Marina gozou, o corpo todo vibrava, dava pra ver a pulsação de energia no seu corpo. Estava tão focado no orgasmo da Marina, que demorou uns instantes pra eu perceber que a Renata gozou chupando minha mulher. Sua respiração ficou ofegante, sufocada pelas pulsações orgásticas. Ela goza muito, e sempre profundo, mas voltemos ao nosso relato.
Ficamos alguns instantes quietos, calados. Todos, de algum modo ainda afetados pela experiencia de prazer. Levantei, fui à sala e trouxe as taças de vinhos, voltamos a beber, falamos algumas bobagens pra sustentar o tempo. As duas começaram a se beijar, gosto de ver, fui muito voyer nesse encontro. Vendo aquela cena minha rola ficou como uma pedra, encapei o danado e fui pra trás da Renata e comecei a esfregar meu pau na xoxota dela, que delicia, apertadinha, o lençol já sabia o quanto ela estava molhada. Dei umas enfiadas e voltei a esfregar. A Marina, sentou-se, pegou o meu pau e começou a esfregar na boceta da Renata, fiquei zonzo com aquilo, a Renata estava em êxtase, contorcia, apertava o lençol, gemia até que se derreteu e gozou, sua boca ficou trêmula, num prazer demorado e gostoso de assistir. Teve outros momentos, não vou continuar porque o texto ficaria muito longo.
Mas quero falar da Renata, cuja gratidão não esqueço por me proporcionar a realização de uma fantasia de forma tão tranquila e segura. Quero dizer também que conheci uma mulher livre, fina, delicada e inteligente e muito, mas muito sexual e é muito saborosa como pessoa
. Recomendo sempre, adorei. Quando minha esposa voltar de viajem vamos repetir.
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Classificado presumidamente - Athelstan 31/10/2019