Iidiche não é alemão, mas qualquer semelhança não é mera coincidência.Warum escreveu:Alemão não é iídiche, mas qualquer semelhança não é mera coincidência.
Warum
VARIEDADES SOBRE GRAMATICA E LINGUA PORTUGUESA
Regras do fórum
Resumo dos Test Drives
FILTRAR:
Neutros: 0
Positivos: 0
Negativos: 0
Pisada na Bola: 0
Lista por Data
Lista por Faixa de Preço
Faixa de Preço:R$ 0
Anal:Sim 0Não 0
Oral Sem:Sim 0Não 0
Beija:Sim 0Não 0
OBS: Informação baseada nos relatos dos usuários do fórum. Não há garantia nenhuma que as informações sejam corretas ou verdadeiras.
-
- Forista
- Mensagens: 276
- Registrado em: 09 Jan 2006, 14:03
- ---
- Quantidade de TD's: 2
Ver TD's
Link: | |
Esconder link da mensagem |
Alemão ou iidiche
Uma pequena história: Uma parte de minha família é alemã, e antes de aprender português, aprendi o alemão.
Mais tarde, resolvi aprender um alemão mais culto, e fui estudar no Instituto Goethe, aqui em Curitiba. Bem, para minha frustração, a língua era a mesma, mas o som era bem diferente. Em casa, a explicação que recebi é que meus antepassados deveriam falar algum dialeto.
Alguns anos mais tarde, aluguei uma fita de vídeo, comédia francesa, em que um ladrão, fugindo da polícia, se faz passar por um rabino. Em uma cena, que se passava dentro da sinagoga, era celebrado um casamento em iidiche, em que as falas não estavam legendadas. Para minha surpresa, entendi a maior parte das falas com tranquilidade.
Resumo: acredito que a língua alemã provavelmente tem uma grande contribuição do iidiche em sua gênese. Meus estudos em alemão não seguiram muito em frente, parte devido à falta de tempo, parte devido às terríveis declinações da língua.
Um pouco mais além: Não entendo o antisemitismo, acho um fenômeno esquizofrênico da velha europa. Algo como discutir com você mesmo, um conflito insolúvel.
Warum (quem sabe com um pouco de sangue judeu, também)
PS: prá variar, nada a ver. rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
Mais tarde, resolvi aprender um alemão mais culto, e fui estudar no Instituto Goethe, aqui em Curitiba. Bem, para minha frustração, a língua era a mesma, mas o som era bem diferente. Em casa, a explicação que recebi é que meus antepassados deveriam falar algum dialeto.
Alguns anos mais tarde, aluguei uma fita de vídeo, comédia francesa, em que um ladrão, fugindo da polícia, se faz passar por um rabino. Em uma cena, que se passava dentro da sinagoga, era celebrado um casamento em iidiche, em que as falas não estavam legendadas. Para minha surpresa, entendi a maior parte das falas com tranquilidade.
Resumo: acredito que a língua alemã provavelmente tem uma grande contribuição do iidiche em sua gênese. Meus estudos em alemão não seguiram muito em frente, parte devido à falta de tempo, parte devido às terríveis declinações da língua.
Um pouco mais além: Não entendo o antisemitismo, acho um fenômeno esquizofrênico da velha europa. Algo como discutir com você mesmo, um conflito insolúvel.
Warum (quem sabe com um pouco de sangue judeu, também)
PS: prá variar, nada a ver. rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
Link: | |
Esconder link da mensagem |
-
- Forista
- Mensagens: 276
- Registrado em: 09 Jan 2006, 14:03
- ---
- Quantidade de TD's: 2
Ver TD's
Re: Alemão ou iidiche
Warum escreveu:Uma pequena história: Uma parte de minha família é alemã, e antes de aprender português, aprendi o alemão.
hehehe, é como eu, analfabeto em vários idiomas !!!
Mais tarde, resolvi aprender um alemão mais culto, e fui estudar no Instituto Goethe, aqui em Curitiba. Bem, para minha frustração, a língua era a mesma, mas o som era bem diferente. Em casa, a explicação que recebi é que meus antepassados deveriam falar algum dialeto.
hehehe, para os imigrantes o tempo parou !!! A gente descobre isso quando, na Europa, falamos com as pessoas e elas ficam admiradas em ver que alguém ainda fala aquela gíria de trocentos anos atrás, ou usa expressões consideradas "mortas".
Alguns anos mais tarde, aluguei uma fita de vídeo, comédia francesa, em que um ladrão, fugindo da polícia, se faz passar por um rabino. Em uma cena, que se passava dentro da sinagoga, era celebrado um casamento em iidiche, em que as falas não estavam legendadas. Para minha surpresa, entendi a maior parte das falas com tranquilidade.
= AS LOUCAS AVENTURAS DE RABI JACOB (Cultuada comédia com Louis de Funès)
Resumo: acredito que a língua alemã provavelmente tem uma grande contribuição do iidiche em sua gênese.
Hehehe, aqui é o contrário !!! O ìidiche é um pastelão, para o qual contribuiram muitos fatores !!!
Tome o alemão medieval. Adicione insultos de toda origem. Retire a flexão de muitos verbos. Inclua o sotaque (do Judeu que, por força da diáspora, "passeou" pela Russia, pela Ucrânia, Polônia, por força de sucessivos "pogroms"...). E sobretudo, inclua MUITAS palavras hebraicas, só que faladas com sotaque germânico medieval. ESCREVA ISSO COM CARACTERES HEBRAICOS!!! Adicione interjeições únicas (Oy Vey !) e aí está o Íidiche, língua franca judaica na Europa, especialmente Europa Oriental, por séculos a fio. Meshuggeneh !!! = Mór doideira
Meus estudos em alemão não seguiram muito em frente, parte devido à falta de tempo, parte devido às terríveis declinações da língua.
Um pouco mais além: Não entendo o antisemitismo, acho um fenômeno esquizofrênico da velha europa. Algo como discutir com você mesmo, um conflito insolúvel.
Esse não é só o problema da velha Europa. É o problema do ser humano. "No man is an island..." lembra ?
Warum (quem sabe com um pouco de sangue judeu, também)
Hehehe (nossa, como tou repetitivo hoje) ENTÃO VOCÊ É MEU PRIMO !!!
(por parte de Adão e Eva... ou será por parte dos evolucionários macacos?)
PS: prá variar, nada a ver. rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
Link: | |
Esconder link da mensagem |
Como o exército romano não passou pelas próximidades de Tóquio, estou anotando tudo o que vocês estão postando para conversar com as pervinhas. O que será que irá acontecer???
Hiro
Hiro
Link: | |
Esconder link da mensagem |
-
- Forista
- Mensagens: 276
- Registrado em: 09 Jan 2006, 14:03
- ---
- Quantidade de TD's: 2
Ver TD's
Tokyo não, mas é certo que existiu uma comunidade judaica chinesa, assim como existem judeus negros (Falachis). Bom combustível, se vc tiver a chance de traçar uma perva interessada em cultura inúter ...Hiro escreveu:Como o exército romano não passou pelas próximidades de Tóquio, estou anotando tudo o que vocês estão postando para conversar com as pervinhas. O que será que irá acontecer???
Hiro
mas conte alguma coisa de Hiroito ... heheheh
Link: | |
Esconder link da mensagem |
tá roco seu!!!!....Hiroito mandava passar o facão, isso não muito bão prá contar pras putas....mas conte alguma coisa de Hiroito ... heheheh
Hiro
Link: | |
Esconder link da mensagem |
-
- Forista
- Mensagens: 2471
- Registrado em: 24 Ago 2005, 22:32
- ---
- Quantidade de TD's: 30
Ver TD's
Gente, Estou atonito... (isso soa meio boiola)
Seguinte, de latim entendo minimmus,mas penso que os romanos não chegaram a conhecer a América, e a BATATA,chamada antigamente de batata inglesa,essa nossa batata,( Potatos)se não me engano é americana,como o milho,tão importante na culinária da Italia (polenta) a batata entrou na Europa . (Não é aquela que um deus travestido de touro comeu)
Acho que estavam plantando outra coisa, até alho porró; mas batatas? Duvido.
Aos nobres latinistas de plantão lembro que temos a palavra IMPUTAR, ''Imputare''mas creio que nada tem com prostituta,(prostibulum),e nada a ver com PROST(ou será que tem?) que na muito conhecida lingua germanica é usual ao erguermos o copo (por falar nisso quando sai aquela bera de novo, heim, Ridi,Pagliacci?)
Em tempo, que tal adotarmos a lingua latina como oficial do GP?
Pelas citações que notei acima já estamos quase lá.Notem que a primeira resposta foi de uma Mestra em latim ela dá até umas aulinhas...)
Não,não vieram contar pra mim,
Se contassem, não acreditaria
O povo discutindo LATIM,
Num'' forum'' de putaria!
Psicogrf. Emilio de Menezes
(poeta parananse)
Amplexus profundis,
Mr.Hyde (ou Claudius Tiburcius Caio Vulvae
novarum Censor Pretorianus
Mulheres,mulheres.Se não tivessem chana,nem as cumprimentaria!
Seguinte, de latim entendo minimmus,mas penso que os romanos não chegaram a conhecer a América, e a BATATA,chamada antigamente de batata inglesa,essa nossa batata,( Potatos)se não me engano é americana,como o milho,tão importante na culinária da Italia (polenta) a batata entrou na Europa . (Não é aquela que um deus travestido de touro comeu)
Acho que estavam plantando outra coisa, até alho porró; mas batatas? Duvido.
Aos nobres latinistas de plantão lembro que temos a palavra IMPUTAR, ''Imputare''mas creio que nada tem com prostituta,(prostibulum),e nada a ver com PROST(ou será que tem?) que na muito conhecida lingua germanica é usual ao erguermos o copo (por falar nisso quando sai aquela bera de novo, heim, Ridi,Pagliacci?)
Em tempo, que tal adotarmos a lingua latina como oficial do GP?
Pelas citações que notei acima já estamos quase lá.Notem que a primeira resposta foi de uma Mestra em latim ela dá até umas aulinhas...)
Não,não vieram contar pra mim,
Se contassem, não acreditaria
O povo discutindo LATIM,
Num'' forum'' de putaria!
Psicogrf. Emilio de Menezes
(poeta parananse)
Amplexus profundis,
Mr.Hyde (ou Claudius Tiburcius Caio Vulvae
novarum Censor Pretorianus
Mulheres,mulheres.Se não tivessem chana,nem as cumprimentaria!
Link: | |
Esconder link da mensagem |
-
- Forista
- Mensagens: 276
- Registrado em: 09 Jan 2006, 14:03
- ---
- Quantidade de TD's: 2
Ver TD's
No aguardo de deferimento do pedido de alvará, protocolado hoje cêdo, já com os nomes dos ilustres correligionários servindo de enfiteutas (vocês botam pressão heim mew)Mr hyde escreveu: (por falar nisso quando sai aquela bera de novo, heim, Ridi,Pagliacci?)
Link: | |
Esconder link da mensagem |
-
- Forista
- Mensagens: 1833
- Registrado em: 25 Ago 2005, 01:08
- ---
- Quantidade de TD's: 104
Ver TD's
Nova estilística de TD - TD gramatical
Recebei por e-mail esse texto, que belo TD...
Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco - Recife) que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.
"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir.
E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula, ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal.
Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos.
Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva".
Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco - Recife) que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.
"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir.
E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula, ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal.
Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos.
Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva".
Link: | |
Esconder link da mensagem |
-
- Forista
- Mensagens: 5963
- Registrado em: 02 Jan 2005, 18:37
- ---
- Quantidade de TD's: 111
Ver TD's
Essa parte eu entendi.Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras
Muito bom mesmo.
Link: | |
Esconder link da mensagem |
-
- Forista
- Mensagens: 6048
- Registrado em: 07 Jun 2005, 17:48
- ---
- Quantidade de TD's: 83
Ver TD's
Re: Nova estilística de TD - TD gramatical
Obviamente é uma das amantes do honorável e benemérito Dr. Clinton.Puterolatra escreveu:Recebei por e-mail esse texto, que belo TD...
Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras...
Link: | |
Esconder link da mensagem |
É mesmo QuandoPuto! Dãããã
Acredito que ela esteja dando para um pronome pessoal da primeira do singular.
Acredito que ela esteja dando para um pronome pessoal da primeira do singular.
Link: | |
Esconder link da mensagem |
-
- Forista
- Mensagens: 3635
- Registrado em: 13 Abr 2005, 17:45
- ---
- Quantidade de TD's: 42
Ver TD's
muito bom
MUITO BOM O TEXTO ,
O ROVER COLOCA LÁ EM ASSUNTOS GERAIS ,
SDS
CC
O ROVER COLOCA LÁ EM ASSUNTOS GERAIS ,
SDS
CC
Link: | |
Esconder link da mensagem |