Pois bem, no meu prédio, há uma nutricionista divorciada que contratei, pois ganhei uns quilinhos a mais nas festas de final de ano. Certa vez, fui ao apartamento dela para conversar, sendo que, em dado instante, pedi para ir ao toalete. Acabei encontrando um vibrador no banheiro da moça.
Ela é bonita e tem 29 anos de idade, sendo um pouco tímida e introvertida. Na oportunidade, não falei nada e acho que foi, de fato, um descuido da jovem em deixar o brinquedinho à mostra. Na verdade, havia uma toalha sobre o objeto, mas que não o escondia totalmente.
Senti que em outra visita, a morena ficou bem constrangida. Acredito que percebeu o “micão”... Nunca fui à clínica dela, pois é bem longe, sendo que a própria profissional resolveu atender em seu imóvel.
A rapariga sempre despertou a minha libido e, tempos atrás, convidei-a para sair. Curiosamente, transamos no nosso terceiro encontro, ou seja, mais cedo do que imaginei. Notei que ela sofre de carência afetiva muito grande, além de ser bem desinibida na cama. Parecem duas pessoas diferentes numa só.
Na segunda vez que transamos, ela começou a usar os vibradores, o que me deixou (e deixa) constrangido. Até quando pratica a felação, a moça fica com o aparelho enfiado. No sexo vaginal, a garota bota um “brinquedo” no ânus. Durante a cópula anal, ela coloca o vibrador na vagina. A mulher sempre utiliza dois: um só para pôr no reto e outro apenas para a cavidade vaginal, por questões de higiene.
Já disse a ela que não curto, mas a nutricionista disse que sente mais prazer assim. Recentemente, numa péssima brincadeira, a tola tentou enfiar em mim um dos “brinquedos”. Ela me falou que o ex-marido gostava...
O que eu faço, então? À propósito, somos namorados. O chato que a garota é bem bacana... Será que eu termino o relacionamento?