MST - Movimento dos sem terra

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#61 Mensagem por Roy Kalifa » 09 Mar 2009, 08:23

Peter_North escreveu:
Roy Kalifa escreveu:Poxa, com 268 milhoes o MST pode comprar terra. Não precisa invadir. Eles são ricos....
Eles não querem terra. Querem é implementar a sua versão de marxismo no Brasil.
Com certeza.
Apenas fiz o comentário para mostrar o descalabro deste movimento...

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Roy Kalifa
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#62 Mensagem por Roy Kalifa » 10 Mar 2009, 09:39

Ontem o MST, ou mais precisamente a Vila Campesina, fizeram invasões e estragos na Aracruz no Espirito Santo. Destruiram um lote de celulose pronta para ser exportada. Prejuízo de 2 milhões.

Por que estes atos de vadalismo são tolerados pelas autoridades ?

Se fosse minha propriedade que eles estivessem invadindo, com certeza a porrada iria comer....

Se nada for feito, daqui a pouco vão estar invadindo supermercados, lojas, residencias, agencias bancarias etc.

Pau no cú destes merdas.....

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Carnage
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#63 Mensagem por Carnage » 10 Mar 2009, 09:44

http://br.noticias.yahoo.com/s/10032009 ... igada.html
Justiça bloqueia bens de instituição ligada ao MST
1 hora, 30 minutos atrás

O juiz federal José Carlos Francisco, da 14ª Vara Cível Federal de São Paulo, determinou o bloqueio dos bens da Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca) - instituição ligada ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e voltada para a assistência a assentamentos da reforma agrária. A decisão, divulgada ontem, tem caráter liminar e foi proferida em decorrência de ação civil pública por improbidade administrativa, apresentada na semana passada pelo Ministério Público Federal.

A Anca, segundo os procuradores federais, não teria comprovado a correta utilização de uma verba de R$ 3,8 milhões que recebeu do Programa Brasil Alfabetizado - para ações de alfabetização de 30 mil jovens e adultos e capacitação de 2 mil educadores. Além de não comprovar o cumprimento das metas acertadas com os órgãos públicos, a entidade teria repassado para o MST a maior parte das verbas - oriundas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

O Ministério Público Federal utilizou na ação análises do Tribunal de Contas da União (TCU), que teriam demonstrado a existência de irregularidades na aplicação dos recursos. O juiz da 14ª Vara Cível também citou o TCU no texto da decisão: "Os auditores não encontraram lista de presença de curso; o pagamento dos educadores sempre foi uniforme (como se nunca tivesse havido falta de professores); não há cadastros iniciais e finais de alfabetizandos e de alfabetizadores, etc."

A Anca não quis comentar a decisão. O porta-voz da entidade, advogado Patrick Mariano Gomes, aguarda o comunicado oficial da Justiça para se manifestar. Na semana passada, após o surgimento da ação, o advogado havia dito que os gastos e os resultados da alfabetização estavam legalmente comprovados. A Anca foi criada pelo MST para receber e administrar recursos públicos destinados a assentamentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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#64 Mensagem por FucaBala » 10 Mar 2009, 10:29

Destruíram uma propriedade da Votorantim no RS também... Além de alguns vidros quebrados em Brasília...

E segue o enterro... (by matte leão)

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#65 Mensagem por ZeitGeist » 10 Mar 2009, 17:43

Roy Kalifa escreveu: Se nada for feito, daqui a pouco vão estar invadindo supermercados, lojas, residencias, agencias bancarias etc.

Pau no cú destes merdas.....
Se não me engano existe um braço do MST, que é especializado nessa modalidade de invasão :shock:. Se não me engano os caras costumam invadir prédios abandonados ou vazios e se instalam neles, mas já pegaram prédios novinhos em folha também :shock:!
Quem dera eu invadir um apartamento de 200m2 e não pagar nada por ele, mas sou tonto e trabalho e pago pelas coisas que quero.

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Carnage
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#66 Mensagem por Carnage » 12 Mar 2009, 11:28

http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/?p=7066
Igreja chama Gilmar “às falas”
6/março/2009 20:52
Supremo Presidente: e que tal cobrar o julgamento pra valer do Massacre de Carajás no governo FHC?

Depois de João Pedro Stédile e do Procurador Geral de República, hoje foi a CNBB, Pastoral da Terra, quem chamou Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat, às falas.

Por que o Supremo Presidente, empresário e latifundiário, não pede aos juízes mais rapidez no julgamento dos crimes contra trabalhadores rurais ?

Por que só vê corrupção nas migalhas que o Governo Federal dá aos assentados ?

Gilmar Dantas, segundo Noblat, não passa de “um representante das elites” brasileiras.

E o Massacre de Carajás, Supremo Presidente ?

Gilmar Dantas, segundo Noblat, é parte, ou seja, ele tem partido, lembra a Pastoral da Terra.

Só quem não vê isso é o Presidente que tem medo…

Leia a integra da nota da Pastoral da Terra:

“Ai dos que coam mosquitos e engolem camelos” (MT 23,24)

Nota Pública sobre as declarações do presidente do STF, Gilmar Mendes


A Coordenação Nacional da CPT diante das manifestações do presidente do STF, Gilmar Mendes, vem a público se manifestar.

No dia 25 de fevereiro, à raiz da morte de quatro seguranças armados de fazendas em Pernambuco e de ocupações de terras no Pontal do Paranapanema, o ministro acusou os movimentos de praticarem ações ilegais e criticou o poder executivo de cometer ato ilícito por repassar recursos públicos para quem, segundo ele, pratica ações ilegais. Cobrou do Ministério Público investigação sobre tais repasses. No dia 4 de março, voltou à carga discordando do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, para quem o repasse de dinheiro público a entidades que “invadem” propriedades públicas ou privadas, como o MST, não deve ser classificado automaticamente como crime.O ministro, então, anunciou a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do qual ele mesmo é presidente, de recomendar aos tribunais de todo o país que seja dada prioridade a ações sobre conflitos fundiários.
Esta medida de dar prioridade aos conflitos agrários era mais do que necessária. Quem sabe com ela aconteça o julgamento das apelações dos responsáveis pelo massacre de Eldorado de Carajás, (PA), sucedido em 1996; tenha um desfecho o processo do massacre de Corumbiara, (RO), (1995); seja por fim julgada a chacina dos fiscais do Ministério do Trabalho, em Unaí, MG (2004); seja também julgado o massacre de sem terras, em Felisburgo (MG) 2004; o mesmo acontecendo com o arrastado julgamento do assassinato de Irmã Dorothy Stang, em Anapu (PA) no ano de2005, e cuja federalização foi negada pelo STJ, em 2005.
Quem sabe com esta medida possam ser analisados os mais de mil e quinhentos casos de assassinato de trabalhadores do campo. A CPT, com efeito, registrou de 1985 a 2007, 1.117 ocorrências de conflitos com a morte de 1.493 trabalhadores. (Em 2008, ainda dados parciais, são 23 os assassinatos). Destas 1.117 ocorrências, só 85 foram julgadas até hoje, tendo sido condenados 71 executores dos crimes e absolvidos 49 e condenados somente 19 mandantes, dos quais nenhum se encontra preso. Ou aguardam julgamento das apelações em liberdade, ou fugiram da prisão, muitas vezes pela porta da frente, ou morreram.
Causa estranheza, porém, o fato desta medida estar sendo tomada neste momento. A prioridade pedida pelo CNJ será para o conjunto dos conflitos fundiários ou para levantar as ações dos sem terra a fim de incriminá-los? Pelo que se pode deduzir da fala do presidente do STF, “faltam só dois anos para o fim do governo Lula”… e não se pode esperar, “pois estamos falando de mortes” nos parece ser a segunda alternativa, pois conflitos fundiários, seguidos de mortes, são constantes. Alguém já viu, por acaso, este presidente do Supremo se levantar contra a violência que se abate sobre os trabalhadores do campo, ou denunciar a grilagem de terras públicas, ou cobrar medidas contra os fazendeiros que exploram mão-de-obra escrava?

Ao contrário, o ministro vem se mostrando insistentemente zeloso em cobrar do governo as migalhas repassadas aos movimentos que hoje abastecem dezenas de cidades brasileiras com os produtos dos seus assentamentos, que conseguiram, com sua produção, elevar a renda de diversos municípios, além de suprirem o poder público em ações de educação, de assistência técnica, e em ações comunitárias. O ministro não faz a mesma cobrança em relação ao repasse de vultosos recursos ao agronegócio e às suas entidades de classe.

Pelas intervenções do ministro se deduz que ele vê na organização dos trabalhadores sem terra, sobretudo no MST, uma ameaça constante aos direitos constitucionais.

O ministro Gilmar Mendes não esconde sua parcialidade e de que lado está. Como grande proprietário de terra no Mato Grosso ele é um representante das elites brasileiras, ciosas dos seus privilégios. Para ele e para elas os que valem, são os que impulsionam o “progresso”, embora ao preço do desvio de recursos, da grilagem de terras, da destruição do meio-ambiente, e da exploração da mão de obra em condições análogas às de trabalho escravo. Gilmar Mendes escancara aos olhos da Nação a realidade do poder judiciário que, com raras exceções, vem colocando o direito à propriedade da terra como um direito absoluto e relativiza a sua função social. O poder judiciário, na maioria das vezes leniente com a classe dominante é agílimo para atender suas demandas contra os pequenos e extremamente lento ou omisso em face das justas reivindicações destes. Exemplo disso foi a veloz libertação do banqueiro Daniel Dantas, também grande latifundiário no Pará, mesmo pesando sobre ele acusações muito sérias, inclusive de tentativa de corrupção.

O Evangelho é incisivo ao denunciar a hipocrisia reinante nas altas esferas do poder: “Ai de vocês, guias cegos, vocês coam um mosquito, mas engolem um camelo” (MT 23,23-24).

Que o Deus de Justiça ilumine nosso País e o livre de juízes como Gilmar Mendes!

Goiânia, 6 de março de 2009.

Dom Xavier Gilles de Maupeou d’Ableiges
Presidente da Comissão Pastoral da Terra

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Roy Kalifa
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#67 Mensagem por Roy Kalifa » 12 Mar 2009, 12:40

No Carajas não houve massacre. Os policiais se defenderam, igualzinho os sem terra se defenderam quando mataram quatro empregados de uma fazenda.

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Peter_North
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#68 Mensagem por Peter_North » 12 Mar 2009, 17:12

Roy Kalifa escreveu:No Carajas não houve massacre. Os policiais se defenderam, igualzinho os sem terra se defenderam quando mataram quatro empregados de uma fazenda.
Fantástica resposta! ::mau::

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Tiozinho50
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#69 Mensagem por Tiozinho50 » 12 Mar 2009, 18:46

Roy Kalifa escreveu:
"No Carajas não houve massacre. Os policiais se defenderam, igualzinho os sem terra se defenderam quando mataram quatro empregados de uma fazenda. "

Só tem uma diferença o massacre em Carajas foi filmado, o mundo todo viu o que houve, já em relação a Pernambuco não se sabe ainda o que aconteceu, mas se sabe que os dois lados estavam armados.

Não faço parte do MST, e também não sou latifundiário, espero que se apurem as responsabilidades e que sejam presos os assassinos se de fato houve uma chacina no local.

Só tem uma coisa que não dá para engolir , o eufemismo, chamar Jagunço de ‘ segurança’ de fazenda é pra matar.

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Peter_North
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#70 Mensagem por Peter_North » 13 Mar 2009, 00:48

Tiozinho50 escreveu:Só tem uma coisa que não dá para engolir , o eufemismo, chamar Jagunço de ‘ segurança’ de fazenda é pra matar.
Tem um outro eufemismo que é pra matar: Chamar um bando de bandidos de movimento social.
Existe um método que garante que um jagunço desses não vai te fazer mal: Basta não invadir a casa alheia. Que tal? Eu não sei quanto a ti, mas se eu souber que tem uns vagabundos marchando em minha direção querendo invadir minha casa, eu arrumo o que posso para me defender (armas, amigos, jagunços) e fico entrincheirado disposto a defender minha casa com a minha vida, e atirar em quem tentar invadir. É o mínimo que faço, e não entendo como é que alguém agiria diferente. Se invadirem a sua casa você vai embora, satisfeito?

Matéria interessante: http://veja.abril.com.br/040309/p_056.shtml

Destaques:

JAIME AMORIM, líder do MST: "O que matamos não foram pessoas comuns. Eram pistoleiros violentos"
(...)
Com base nas marcas dos tiros e no depoimento de duas testemunhas oculares, o delegado Luciano Francisco Soares diz que os assassinatos não foram cometidos em legítima defesa, como afirma o MST. "As vítimas foram executadas", resume ele.

O MST é uma organização criminosa, que vive das benesses do dinheiro público e do acobertamento institucional, ambos dados pelo PT.

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COMO SE LIVRAR DOS SEM-TERRA

#71 Mensagem por Tiozinho50 » 16 Mar 2009, 02:44

Venho acompanhando esse tópico com especial interesse, li muitas opiniões respeitáveis, mas todas pautadas pela paixão ideológica, de modo que o debate está polarizado entre pessoas que tem formas de enxergar o mundo muito distintas.

Algumas demonizam, outras defendem, mas o certo é que se trata de um grande problema.

A minha visão já externei, no entanto vejo que algumas pessoas são insensíveis a determinados argumentos, principalmente aqueles que não dizem respeito a sua realidade.

Como se colocar no lugar de um sem terra?

É visivel a falta de empatia, como se percebe em nos seguintes textos:

“o negócio do MST é roubar de quem é honesto. Eles não plantam, invadem a propriedade de quem planta.”

“Nunca na minha vida vi um bando tão grande de vagabundos. Se dois por cento deles souberem trabalhar a terra já é muito.”

Duvido que a proporção de bandidos dentro do MST seja maior do que no empresariado ou nos meios políticos.

No entanto, pelo sabor do argumento, vamos admitir que todos, sem exceção sejam criminosos, o que fazer?

Poderia tecer uma série de argumentos de cunho humanitário, já que estamos falando de seres humanos que em sua maioria vivem em acampamentos com suas famílias, em precárias condições.

Mas hoje não, não estou tão humanitário como de costume, me sinto como um economista com MBA e pós gringa.Cujo único propósito é me livrar de todos os Sem Terra da forma mais econômica possível.

Dessa perspectiva, creio que seja mais facil compreender o problema.

Vamos aos dados:


230 mil famílias acampadas no país (Ouvidoria Agrária/ Ministério do Desenvolvimento Agrário/2006)

800 mil famílias cadastradas pelo correio no governo FHC.

4 milhões de famílias sem-terra no país (2º Plano Nacional de Reforma Agrária/2003 - INCRA).
Pelos números acima se percebe o tamanho do problema:

A primeira alternativa que me ocorre como economista com MBA gringa é botar todos esses vagabundos na cadeia, isso quer dizer que teremos que construir cerca de 16 milhões de vagas no sistema penitenciário brasileiro.

O custo médio de um preso no Brasil é de cerca de 3 a 4 salários mínimos por mês, nesse caso gastaríamos cerca de 25 bilhões por mês.

Há também uma alternativa mais radical, poderíamos instituir a pena de morte ( na prática já existe), porem a pena capital pode ser ainda mais lesiva ainda aos cofres públicos, segundo matéria publicada no New York Times, um processo que pede a pena máxima pode custar 3 milhões de dólares (contra algo em torno de 1 milhão nos processos em que a pena de morte não é o objetivo).
O mesmo vale para execução propriamente dita, imagine executar 16 milhões de pessoas? Não pode ser barato.

É, pena de morte é muito cara, mas um forista me deu uma idéia:

“Eu sou radical. Tem que passar estes merdas todos.”

Genocídio!!!

Como é que eu não tinha pensado nisso antes, vamos passar esses merdas, mulheres e crianças primeiro... mas, para isso vamos ter que alterar o Código Penal, Art. 121 matar alguém (exceto sem- terra) pena... “

Putz, vai custar uma grana pra isso passar no congresso... ainda mais em ano de eleição..,

O pior é que pessoal já matou milhares, e eles continuam se multiplicando, são cada vez mais..

Melhor mesmo é dar logo umas terrinhas pros caras que eles param de encher o saco!!!

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#72 Mensagem por Roy Kalifa » 16 Mar 2009, 07:48

Caro Tiozinho 50

Este pessoal, que você chama de sem terra, são na verdade uma massa de manobra nas mãos dos verdadeiros, desordeiros e vagabundos do movimento, Sr. Rainha e cia.

Para estes dirigentes, qualquer excluído serve para se passar por um sem terra. Eles recrutam pessoas que nunca trabalharam a terra, pagam o seu transporte até o local das invasões e depois incitam a massa a não somente invadir, como destruir tudo o que estiver ao alcance.

Na minha opinião, não é um movimento espontâneo. São pessoas que querem implantar um sistema Marxista na marra e não através do voto.

O máximo que podem conseguir é uma guerra civil, porque duvido que quem construiu algo com suor e trabalho vai querer dar de graça.

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#73 Mensagem por Carnage » 16 Mar 2009, 09:55

Tiozinho levantou um ponto interessante.
Roy Kalifa escreveu:Caro Tiozinho 50

Este pessoal, que você chama de sem terra, são na verdade uma massa de manobra nas mãos dos verdadeiros, desordeiros e vagabundos do movimento, Sr. Rainha e cia.
Vamos admitir então que seja mesmo.

Qual é a solução para a situação então? Eu já vou adiantando que colocar todos eles na cadeia, mesmo que fosse o certo e o justo, não é praticável.

Então, o que fazer?

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#74 Mensagem por Roy Kalifa » 16 Mar 2009, 10:12

Carnage escreveu:Tiozinho levantou um ponto interessante.
Roy Kalifa escreveu:Caro Tiozinho 50

Este pessoal, que você chama de sem terra, são na verdade uma massa de manobra nas mãos dos verdadeiros, desordeiros e vagabundos do movimento, Sr. Rainha e cia.
Vamos admitir então que seja mesmo.

Qual é a solução para a situação então? Eu já vou adiantando que colocar todos eles na cadeia, mesmo que fosse o certo e o justo, não é praticável.

Então, o que fazer?
Caro Carnage

O que fazer?

Enquadrar os cabeças do movimento.

Desarticular os seus tentáculos.

Cortar o seu braço economico e os financiamentos por parte do governo.

O que estes caras querem não é terra. Querer fazer uma revolução.

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#75 Mensagem por Roy Kalifa » 16 Mar 2009, 10:37

Caro Tiozinho50

Quando eu digo passar estes merdas do MST, me refiro aos cabeças.

Devemos fazer igual em Cuba para os opositores do sistema vigente: paredão.

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