Estou percebendo um certo anti-americanismo aqui? Tudo bem que os americanos não são lá muito amistosos, mas daí a comparar EUA com o Irã, no que se refere a liberdade de seu povo é um pouco exagerado. Os EUA estão muito a frente do Irã nesse quesito. Não dá pra comparar.Tricampeão escreveu:Mais exatamente: invadidos pelos Estados Unidos, que se autointitulam uma democracia.HomemDeToalha escreveu:Refugiados, em sua maioria, do Iraque e do Afeganistão. Dois países do Oriente Médio também em conflito.
Sim, os EUA estão cheios de defeitos. Mas pelo menos tem-se lá (nos EUA) muito mais liberdade do que em países do Oriente Médio. Não existe, nos EUA, disputas religiosas em busca da dominante. Embora haja uma meia dúzia de malucos que tentam, insistentemente, convencer pessoas a se tornarem adeptos de causas absurdas (como a histórica supremacia branca sobre a negra). E você é livre para exprimir sua opinião nos EUA. Já no Irã....
Que fique bem claro: só enxergo uma única raça. A HUMANA. Esse negócio de separar brancos, negros, pardos, índios, curdos, judeus, árabes ou o que seja, é fruto de uma ideia completamente idiota.
Está certo que o poderio militar dos EUA em relação ao mundo é muito grande, mas isso é um problema do governo americano, não de seu povo. Orçamentos enormes são deslocados para o "Ministério da Defesa" dos EUA, que investem em desenvolvimentos de armamento militar de ponta, pra contentar todos aqueles generais idiotas que só pensam em briga, além de contentar as indústrias militares, que fazem um lobby desgraçado pra vender suas "bugigangas" de briga, deixando de lado a saúde, a educação, entre outros. Isso não é exclusividade dos EUA. Mas como eles são o país mais rico do mundo, o impacto acaba sendo maior.
Pra que o Brasil, por exemplo, precisa comprar caças? Esse dinheiro deveria estar indo para a saúde, que teria mais verba para comprar remédios para os brasileiros que mais necessitam.
É claro que eles (os EUA, mas serve também pra um futuro "valentão") não tem razão de invadir países quando bem entenderem, mas às vezes deve-se fazer uma pressão para evitar males de proporções grandiosas. Não é num simples "papinho", aquela conversa de que "olha, isso não é certo", que você vai resolver. Nós estamos falando de armamento nuclear. Não é um brinquedinho. Primeiro tenta-se por meio de diplomacia. Se não der certo, aí vira guerra. A lei do mais forte. Não tem muito jeito. Não existe um comandante internacional. O máximo que se tem são acordos. Que são, quase sempre, desrespeitados. E isso (o desrespeito), meu amigo, não é coisa só dos EUA.
É sabido que, por exemplo, os palestinos e os israelenses não se bicam, a ponto de o sujeito que tentar mediar uma conversa entre as duas partes correr o risco de ser assassinado. Já aconteceu em diversas ocasiões. E por que? Porque os dois reivindicam o território, hoje ocupado pelos israelenses. Ao meu ver, uma idiotisse. Por que os dois não podem conviver no mesmo território? Briga histórica e inútil, que só causa morte e ódio. Agora que esse ódio já gerou uma porção de conflitos sangrentos, ficou difícil de achar uma solução. Vai dizer pro israelense que perdeu parte da família que ele não deve odiar o palestino que o atacou. E vice versa.