Drauzio Varella: “O único lugar em que a mulher tem liberdade sexual é na cadeia”
Em novo livro sobre uma penitenciária feminina, oncologista discute as marcas do machismo na trajetória das presas.
"A prisão é um experimento sádico da nossa sociedade”, afirma o oncologista e escritor Drauzio Varella. Mas sem ignorar a dor provocada pelo confinamento, abandono e distanciamento dos filhos e familiares, o médico vislumbra no cárcere um espaço onde mulheres conseguem se livrar, ao menos temporariamente, da repressão machista que impera do outro lado do muro. “As mulheres são reprimidas desde que nascem, não existe nenhum outro local na sociedade onde ela é livre assim como na cadeia”, afirma Varella em entrevista ao EL PAÍS. Atrás das grades da Penitenciária Feminina da Capital, no Carandiru, convivem em harmonia diversos tipos de sapatões (homossexuais que assumem aparência masculina), entendidas (homossexuais que mantêm aparência feminina) e mulheríssimas (heterossexuais que ocasionalmente tem relações com mulheres) - os termos foram criados pelas próprias presas. A exceção são as aborteiras, que precisam ficar em celas isoladas.
O escritor relata suas experiências tratando de detentas no livro Prisioneiras (Companhia das Letras). A obra fecha uma trilogia – os outros são Carandiru e Carcereiros ambos publicados pela mesma editora - sobre sua vivência de décadas atendendo de forma voluntária presos e presas paulistas. "Cadeia é um lugar muito sensível de uma sociedade. Se você visitar uma cadeia, um pronto socorro e um estádio de futebol lotado, você consegue fazer uma ideia de como é uma sociedade", afirma.
Pergunta. Existe comportamento homossexual nos presídios femininos?
Resposta. O comportamento homossexual entre as presas é muito mais abrangente do que aparenta no início. Isso leva tempo para perceber. Porque essas relações femininas são mais sutis. Na cadeia de homens você percebe que alguns presos são notadamente homossexuais. Mesmo que não sejam travestis, são homossexuais, andam com outro homem que você sabe que é o marido dele. Na cadeia feminina não. Entre elas as relações adquirem uma outra dinâmica. Um número muito grande de presas tem comportamento homossexual, é a maioria esmagadora! Gira em torno de 80%, talvez até mais.
P. No livro você fala sobre os diferentes perfis de homossexualidade no presídio feminino. O que lhe chamou a atenção?
R. O contato com essas diferenças de sexualidade é imediato. Quando você entra numa cadeia feminina tem uns 15% de mulheres que você olha e são homens. Estas mulheres usam o cabelo bem curto, com aquelas riscas que jogador de futebol faz, elas têm trejeitos de homem. Se você faz uma observação mais cuidadosa percebe que elas não se depilam. Quando eu fui examiná-las, percebi que elas não usam calcinha, usam cueca, e tops bem apertados para esconder o seio.
Essas mulheres que têm aparência masculina são sapatões. Na rua é uma palavra pejorativa. Na cadeia não. Elas falam assim: “Sou casada com um sapatão”, com o maior respeito. As que têm o estereótipo feminino não são sapatões, já entram na categoria das entendidas. E com o tempo percebi que não se pode dividir em duas categorias, porque existem vários subtipos: o sapatão original, que já era lésbica do lado de fora, sapatão sacola, que é hetero nas ruas, mas na cadeia assume outra identidade de gênero, sapatão badarosca, sustentada pela parceira, e a chinelinho, que elas dizem que sai da cadeia e abandona o homossexualismo, calça o chinelinho de cristal e vai atrás do príncipe encantado.
P. Por que você acha que o comportamento homossexual predomina nos presídios femininos?
R. O único lugar em que a mulher tem liberdade sexual é na cadeia. Não existe nenhum outro local na sociedade onde ela é livre assim. As mulheres são reprimidas desde que nascem: a menina de dois anos de idade senta com a perna aberta e a mãe diz “fecha a perna”. Essa repressão ocorre o tempo inteiro. Comportamentos que são aceitos e naturalizados para um homem são execrados para mulheres. E no presídio, sem os homens, não existe essa repressão social. Isso faz com que elas tenham o comportamento social que desejarem ter. A homossexualidade está muito mais próxima do universo feminino do que do masculino, e o que a cadeia faz é criar condições que dão liberdade para que a mulher se comporte do jeito que ela achar melhor, sem repressão. E do outro lado você tem a solidão. Essa mulher vive praticamente sozinha, pouquíssimas recebem visitas íntimas, apenas umas 120 de um total de 2.200.
P. Nenhum comportamento sexual é malvisto na cadeia feminina?
Existem comportamentos sexuais que não são bem vistos, mas não são reprimidos. Elas não se diminuem de jeito nenhum por ter essa ou aquela conduta sexual
R. Existem comportamentos sexuais que não são bem vistos, mas não são reprimidos. Elas não se diminuem de jeito nenhum por ter essa ou aquela conduta sexual. Uma sapatão original, por exemplo, não pode ficar com outra sapatão original. Elas dizem que é “pederastia”. A lógica interna delas é: se você é sapatão original você é um homem, está vendendo a imagem de um homem. Não pode “rebolar”, como elas dizem. O sapatão original nem se deixa tocar e não tira a roupa de jeito nenhum. Na hora do exame você percebe que tem um certo constrangimento, eu tenho sempre muito cuidado. Eu examino uma mulher com muito mais liberdade do que um sapatão. Eu digo “olha, vou ter que levantar a camiseta para poder te auscultar”. É algo que fui aprendendo na prática.
P. A sexualidade então é muito diferente de um presídio masculino...
R. O homossexual ou a travesti no presídio masculino não pode nada. Não pode distribuir comida, não pode brigar com outro, não pode gritar com malandro... Não pode enfrentar jamais. Na detenção morria gente quando acontecia isso. Já no feminino tudo é visto com naturalidade. “Minha mulher”, elas falam. “Sou casada com fulana”, “meu amor foi para o regime semiaberto, estou sozinha, estou triste”. E as guardas, a diretoria, todo mundo respeita, ninguém cria caso.
P. Que outras diferenças você observa entre um presídio masculino e um feminino?
R. A diferença fundamental é que essas mulheres todas têm filhos. É muito raro encontrar alguma sem filhos. O homem quando está preso pode até estar preocupado com os filhos dele - alguns nem aí, né? Mas ele sabe que tem uma mulher cuidando das crianças: uma irmã, uma tia, a mãe... Mas gravidez indesejada é problema para a mulher, não para os homens, porque eles simplesmente abandonam. A mulher vai pra cadeia e perde o controle da família. Ela sabe que as crianças vão ficar desprotegidas: as pessoas abusam de criança com a mãe presa. E os filhos muitas vezes são espalhados. Imagina três irmãos, acostumados a ficarem juntos, e quando a mãe é presa vai cada um para um lado. Imagina a dor dessas crianças. E a mulher sabe disso, sabe que quem está causando isso é ela, ela foi a responsável pela separação. Ainda que de forma involuntária, foi algo provocado pelo crime que ela cometeu.
Quer machismo mais evidente do que um cara ser preso e condenado a mais de 25 anos de cadeia, e a mulher não pode abandonar ele, ter que fazer visita íntima todo final de semana? E quando a mulher vai presa o cara simplesmente desaparece.
P. Um número grande de mulheres foi presa por tráfico de drogas. Como se aproximam desse universo?
R. Muitas vezes o crime foi a forma de sobrevivência que ela encontrou. Não quer dizer que ela tenha a mentalidade perversa. Ela começou a traficar droga, usava um pouco, conhecia os traficantes... Na periferia o traficante muitas vezes é o seu colega de classe, você brincava com ele no recreio. E de repente ele está no crime. Aí num aperto ou até por vontade de melhorar de vida, a mulher tem ali a pessoa que oferece uma oportunidade de trabalho que ela não teria de outra forma. Sem ter que passar por aquela condição sofrida, com um esforço enorme de deslocamento para ir trabalhar, horas e horas todo dia por um salário ruim. E uma vez que elas começam a ganhar dinheiro traficando, esquece.
Precisamos estar conscientes de que a repressão não reduz a criminalidade. É uma guerra perdida
P. A população carcerária no Brasil não para de crescer. Estamos enxugando gelo?
R. Como a sociedade age? É preciso ter alguma repressão ao crime. Senão vira uma tragédia social, ninguém sai de casa. Só que precisamos estar conscientes de que a repressão não reduz a criminalidade. É uma guerra perdida. Nos anos 90 tínhamos 90.000 presos no Brasil. Agora temos 675.000. Aumentou 700%. E a criminalidade não caiu, a insegurança é cada vez maior. Então aprisionar não reduz a criminalidade.
É preciso que a sociedade reflita: estamos prendendo pessoas que têm que ser presas? Crimes que não são violentos devem ser punidos com prisão? Isso custa caro, não só a manutenção de um preso lá dentro, mas o fato de que ele vai sair pior. Não é à toa que eles chamam cadeia de faculdade do crime. O cara sai de lá articulado, conhecendo muita gente. A cadeia congrega.
P. Se prender não é a solução, como se resolve esse problema?
R. Quer atacar o problema da violência? Tem que ir lá atrás. Três condições aumentam o risco de violência. Por que ela se dissemina nas classes mais pobres? Porque lá estão os fatores de risco. São as crianças que sofreram abuso na infância ou tiveram uma infância abandonada. Que na adolescência não tiveram imposição de limites ou conviveram com outros mais violentos. É a condição de milhões de brasileiros. É de estranhar que não tenhamos mais gente ainda envolvida com o crime.
P. Por que aumentou o número de mulheres presas?
A menina que tem filho aos 14 anos faz o que? Para de estudar. E ao parar de estudar ela comprometeu o futuro dela e da criança também
R. São muitos fatores. Primeiro há uma liberdade maior para a mulher. Antes ela ficava trancada em casa. Só que esses direitos que as mulheres conquistaram não foram distribuídos igualmente. Nas classes mais pobres a situação melhorou, mas elas não se beneficiaram tanto dessa evolução econômica e social. Elas ainda vivem numa sociedade profundamente machista. E isso se reflete na iniciação sexual precoce e na gravidez na adolescência. A menina que tem filho aos 14 anos faz o que? Para de estudar. 75% delas param, porque não tem com quem deixar a criança. E ao parar de estudar ela comprometeu o futuro dela e da criança também.
P. Como as presas lidam com quem fez aborto?
R. Elas reprimem as que fazem aborto. Não podem conviver, são expulsas, vão para o seguro [ala da prisão destinada a estupradores e jurados de morte]. É malvisto quase como um estuprador no presídio masculino, mas com um pouco mais de tolerância, porque elas não matam a que fez aborto. Elas dizem que quem pratica aborto “mata criancinhas”.
P. Quais os maiores problemas de saúde das presas?
R. O problema básico delas é a obesidade. Porque lá elas são sedentárias e tem uma dieta rica em carboidratos. Elas ganham peso e ficam hipertensas e diabéticas. Isso é muito comum, assim como a dor nas costas e problemas ortopédicos provocados pelo excesso de peso.
E elas também têm doenças pulmonares relacionadas ao cigarro. Muitas começaram a fumar com 10 anos. Essas têm os lábios azulados e os olhos cheios de vasinhos de sangue. Quando elas entram para o exame eu tenho uma técnica de aterrorizar mesmo. Eu digo “olha, morte por enfisema não desejo pro meu pior inimigo. Olha bem nos meus olhos. Sou médico, não tenho interesse nenhum em você morrer ou ficar viva, não faz diferença nenhuma na minha vida, mas eu tenho obrigação de dizer o que vai acontecer”. Elas ficam muito assustadas, mas nem todas param.
P. Qual a vantagem para um preso de ser do Primeiro Comando da Capital (PCC)?
As mulheres ocupam o degrau inferior, a base do PCC. O Comando é dos homens, é uma organização totalmente machista
R. O PCC é uma ideologia. Muito mais do que uma organização criminosa. Eles se impuseram primeiro com a violência, mas só isso não basta, então desenvolveram uma ideologia. Qual a justificativa? Primeiro, acabar com a repressão no sistema. E segundo, vingar a morte dos 111 do Massacre do Carandiru. O PCC é consequência direta do massacre, isso está no estatuto deles. Extorsão das famílias e roubos das coisas que elas traziam para os presos eram comuns. Aí o PCC fala: “nosso problema é se defender do sistema”. Qual a vantagem de ser do PCC? Você tem a segurança dos irmãos [nome dado aos integrantes] em todo o país. No presídio e na rua. E ninguém mais morre na cadeia. Todo mundo diz que o maior sonho de quem está preso é a liberdade. Não é. É se manter vivo. E o PCC garante isso. As famílias do preso recebem cesta básica todo mês... Em compensação, você obedece ordens. Se mandarem matar, você mata.
P. E o papel das mulheres no PCC?
R. Elas não pagam mensalidade sob a justificativa de que elas são mães, que têm criança para cuidar. Os homens do PCC pagam 600 reais. Quando elas são presas, as famílias têm o mesmo direito a uma cesta básica. Se elas são casadas com alguém do PCC, são chamadas de cunhadas. As do PCC são as irmãs. Cunhadas e irmãs são respeitadíssimas. Elas têm autoridade no presídio, mas recebem ordens de fora, da torre geral [apelido dado à cúpula da organização]. As mulheres ocupam o degrau inferior, a base do PCC. Uma ou outra que se destaca pode fazer parte da torre. Mas o comando é dos homens, é uma organização totalmente machista.
P. É possível que surja uma facção só das mulheres?
R. Não, acho difícil. Porque se existisse iria competir com o PCC, e isso é impossível. Eles são muito violentos com concorrentes e com quem vai contra eles.
P. Quem é mais cruel no presídio, homens ou mulheres?
R. Acho que os homens são mais violentos do que as mulheres. A violência da mulher é de outro tipo, não é tanto física, é mais uma tortura psicológica. As histórias que eu escuto das presas antigas são assustadoras. Chegava uma menina bonitinha na cadeia, a sapatão olha e a mulher dela ficava com ciúmes. Aí metia uma gilete na cara da novata. Eu conheço várias mulheres mais velhas, com 50 anos, com cicatriz no rosto. O diretor da cadeia, Maurício Guarnieri, diz que “o homem quando tem um problema com o outro vai lá e mata. A mulher quer ver sofrer”.
P. O estupro é aceito na cadeia feminina?
R. Hoje não existe mais. Tinha estupro antigamente, uma mulher mais forte obrigava a outra a fazer sexo com ela, apesar do estupro sempre ter sido reprimido na cadeia feminina. É curioso. O homem não aceita o estupro, muito embora o faça. Existe um trabalho interessante sobre orangotangos que ajuda a entender isso. O macho desses primatas costuma ter 90 kg, mas tem um outro tipo de macho que tem 40kg, o mesmo peso que uma fêmea. E as fêmeas só querem saber dos machos grandes, mais fortes, o que é compreensível do ponto de vista evolutivo. Aí os machos pequenos tentam estuprar as fêmeas, e elas enlouquecem, chegam a correr pelo chão e gritar. Se um macho grande vê isso, ele vem ao socorro. Se o pequeno não escapa ele é morto. O curioso é que orangotangos brigam com frequência, mas nunca acaba em morte. A única situação que acaba em morte é com estuprador.
O cara mata um pai de família, comete um latrocínio, e é bem visto na prisão. Estuprador morre. As maiores barbaridades que eu vi na cadeia foram contra estupradores
Oito milhões de anos de evolução, e o comportamento se repete entre os homo sapiens: o cara mata um pai de família, comete um latrocínio, e é bem visto na prisão. Estuprador morre. As maiores barbaridades que eu vi na cadeia foram contra estupradores. É inesquecível, nos momentos mais inesperados volta a imagem daqueles corpos mutilados.
P. A situação dos presídios de São Paulo é péssima. Porque não temos mais rebeliões?
R. Existem dois lados desta questão. São Paulo desenvolveu um sistema de administração penitenciária muito competente, que envolve os funcionários, carcereiros e a administração. Existe um setor de inteligência que fica interceptando chamadas telefônicas, juntando pedaços de um quebra cabeça. E tentam se antecipar: “esse cara está levando informação pra lá, vamos transferir”. É um jogo de gato e rato.
Por outro lado, rebelião atrapalha muito os negócios do crime. Existe um interesse do PCC. Já ouviu falar de fuga em São Paulo? Há muito tempo não se fala de fuga. Em nenhuma cadeia do mundo você tem isso. O próprio PCC sabe que não pode bater de frente, já fizeram isso no passado. Mas ir para o enfrentamento causa problemas que repercutem aqui fora. O PCC amadureceu muito com os anos, surgiu com uma violência absurda, mas foi se moderando.
P. O PCC tirou o pé da luta contra o Estado que apregoavam no estatuto?
R. Eles viram que não dava certo para eles, né? Veja quantos morreram em maio de 2006 [naquele mês a facção desencadeou ataques contra agentes de segurança pública, seguidos por uma retaliação de grupos de extermínio]. Você acha que mataram filho de investigador e não morreu ninguém da família de membros do PCC? Fizeram esse tipo de ação em outros Estados, em São Paulo de jeito nenhum. Existe um interesse econômico muito grande. Eles faturam 500 milhões por ano. Imagina. Sem imposto. Que empresa fatura isso?
Ninguém é vítima. Elas entraram por esse caminho do crime por alguma lógica delas. E independente do que fizeram, elas não perdem sua condição humana
P. Como retratar as presas de forma a não vitimizá-las nem retratá-las como monstros?
R. É uma coisa meio natural, que eu faço desde o Carandiru. Pensei muito nisso ao escrever o Carandiru. Não gosto de ler livros quando percebo uma intenção oculta do autor. É lógico que toda história passa pelo filtro de quem escreve, mas não posso tomar partido enquanto estou escrevendo. Eu tento contar a história como um narrador que está vendo de fora. Ninguém é vítima. Elas entraram por esse caminho do crime por alguma lógica delas. E independentemente do que fizeram, elas não perdem sua condição humana.
P. O que mais te comoveu em todos esses anos de trabalhos nos presídios?
R. Acho que as cenas que mais me tocam são as cenas de estupro. No Brasil 100% das mulheres sofreram algum tipo de abuso sexual. É um cara que põe a mão na perna, fala um absurdo, aproveita o aperto do ônibus... E isso independe de classe social. Mas é lógico que é pior nas classes sociais mais baixas. E grande parte dos estupros são cometidos por familiares. É o avô, padrasto, vizinho, namorado da mãe... Estupram crianças de seis anos. Imagina que futuro, o que pode acontecer com uma criança que passou por uma coisa dessas... Essas histórias são tão comuns...
P. Toda essa convivência com presos fez de você alguém melhor?
R. Melhor não sei, acho que mais interessante (risos). Porque você não passa por uma experiência dessas incólume. Isso te molda. Penso que se eu não tivesse essa experiência toda eu não teria a visão social que eu tenho. Cadeia é um lugar muito sensível de uma sociedade. Se você visitar uma cadeia, um pronto socorro e um estádio de futebol lotado, você consegue fazer uma ideia de como é uma sociedade. Confinar pessoas em cadeias é um experimento sádico. Como as pessoas se comportam nessa situação? Que regras se estabelecem? Os primatas se organizam.
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Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
A incompreensível repressão sexual... - Veja mais em Regina Navarro
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
A pessoa que confunde liberdade sexual com apenas fazer sexo na vida não me parece ser parâmetro para opinar sobre o assunto. Todo mundo tem diversas outras preocupações e providências a serem tomadas na vida.
Uma coisa que observo é que as mulheres com quem tenho saído (poucas, "civis") estão sim, bem liberadas e bem exigentes em relação a sexo. Estou até pensando em voltar a frequentar puteiros. kkk
Uma coisa que observo é que as mulheres com quem tenho saído (poucas, "civis") estão sim, bem liberadas e bem exigentes em relação a sexo. Estou até pensando em voltar a frequentar puteiros. kkk
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
A velha conveniência de colar um texto após o outro, para fugir do argumento.
Por falar em cabeça-boa, agora temos presidiárias lésbicas.
E o coitado do orangotango tá de volta na pauta.
Por falar em cabeça-boa, agora temos presidiárias lésbicas.
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
Só um exemplo, na vida saí com muitas poucas gps, mas o suficiente pra ter uma ideia de como é a coisa: as pessoas na minha vida rotineira quando conversam comigo nem olham em meus olhos, normalmente estão preocupadas em criticar outras pessoas ou em se autopromover, já as gps com quem saí conversaram comigo olhando nos olhos e me deram total disponibilidade ao contrário das pessoas que me circundam. Enquanto as pessoas da minha vida são como alguns usuários daqui, sempre me rechaçando, falando mal de tudo apenas, pessoas que só sabem fazer críticas e mais críticas, onde ninguém colabora comigo em absolutamente nada, as gps com quem saí mostraram uma colaboração que eu não estou acostumado a receber e gostei muito disso. Por exemplo, pude conversar com alguém olhando em meus olhos finalmente e de pessoas que até tinham o mesmo direcionamento de pensamento que eu, por exemplo, eu já havia ejaculado, aí eu falei pra ela: "Você se importa de ficar abraçada comigo mais um tempo?" Aí ela respondeu: "Ficar lá embaixo ouvindo as meninas falar besteira? Fico aqui tranquila..." Tipo, onde mais eu ouviria de alguém que não se importa de ficar próximo a mim? Na "vida real" que não... Por mais que seja uma ilusão, é uma ilusão que faz bem a mim. Em lugar nenhum eu encontraria uma pessoa que converse mais de 5 minutos olhando em meus olhos, quem dirá tirando a roupa e fazendo sexo... Desculpa mas eu acho que as pessoas da vida civil são doentes, e as gps ainda que ilusório me dão a sensação de relação sadia, a relação sadia que eu mereço!
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
O importante é ser FELIZ independente de estar com PUTA ou CIVIL..se você é feliz assim, então continue nesta caminhada, somente tome o cuidado que bopismo em excesso faz mal, porque faz você não enxergar a realidade NUA E CRUA....gps são ótimas em fazer TEATRINHO, falar o que gostaríamos de ouvir apenas para extrair de forma OCULTA OU INDIRETA algo em benefício próprio. No mais é isso, ninguém aqui tá querendo provar nada, até porque cada caso é um caso, apenas colocando as experiências de vida e o que as estatísticas mostram na realidade.Royal_Flush escreveu:Só um exemplo, na vida saí com muitas poucas gps, mas o suficiente pra ter uma ideia de como é a coisa: as pessoas na minha vida rotineira quando conversam comigo nem olham em meus olhos, normalmente estão preocupadas em criticar outras pessoas ou em se autopromover, já as gps com quem saí conversaram comigo olhando nos olhos e me deram total disponibilidade ao contrário das pessoas que me circundam. Enquanto as pessoas da minha vida são como alguns usuários daqui, sempre me rechaçando, falando mal de tudo apenas, pessoas que só sabem fazer críticas e mais críticas, onde ninguém colabora comigo em absolutamente nada, as gps com quem saí mostraram uma colaboração que eu não estou acostumado a receber e gostei muito disso. Por exemplo, pude conversar com alguém olhando em meus olhos finalmente e de pessoas que até tinham o mesmo direcionamento de pensamento que eu, por exemplo, eu já havia ejaculado, aí eu falei pra ela: "Você se importa de ficar abraçada comigo mais um tempo?" Aí ela respondeu: "Ficar lá embaixo ouvindo as meninas falar besteira? Fico aqui tranquila..." Tipo, onde mais eu ouviria de alguém que não se importa de ficar próximo a mim? Na "vida real" que não... Por mais que seja uma ilusão, é uma ilusão que faz bem a mim. Em lugar nenhum eu encontraria uma pessoa que converse mais de 5 minutos olhando em meus olhos, quem dirá tirando a roupa e fazendo sexo... Desculpa mas eu acho que as pessoas da vida civil são doentes, e as gps ainda que ilusório me dão a sensação de relação sadia, a relação sadia que eu mereço!
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
Existem alguns ambientes civis que são bem tóxicos, e pelo que você escreveu, dá a impressão que você está num ambiente assim. Se um cara só participou daquele círculo delimitado, ele vai ter a impressão (igualmente de-limitada) que todas as mulheres do mundo são daquele jeito. Sugiro tentar conhecer novos lugares e pessoas diferentes. Caso seja possível, se afaste do ambiente tóxico.Royal_Flush escreveu:Só um exemplo, na vida saí com muitas poucas gps, mas o suficiente pra ter uma ideia de como é a coisa: as pessoas na minha vida rotineira quando conversam comigo nem olham em meus olhos, normalmente estão preocupadas em criticar outras pessoas ou em se autopromover, já as gps com quem saí conversaram comigo olhando nos olhos e me deram total disponibilidade ao contrário das pessoas que me circundam. Enquanto as pessoas da minha vida são como alguns usuários daqui, sempre me rechaçando, falando mal de tudo apenas, pessoas que só sabem fazer críticas e mais críticas, onde ninguém colabora comigo em absolutamente nada, as gps com quem saí mostraram uma colaboração que eu não estou acostumado a receber e gostei muito disso. Por exemplo, pude conversar com alguém olhando em meus olhos finalmente e de pessoas que até tinham o mesmo direcionamento de pensamento que eu, por exemplo, eu já havia ejaculado, aí eu falei pra ela: "Você se importa de ficar abraçada comigo mais um tempo?" Aí ela respondeu: "Ficar lá embaixo ouvindo as meninas falar besteira? Fico aqui tranquila..." Tipo, onde mais eu ouviria de alguém que não se importa de ficar próximo a mim? Na "vida real" que não... Por mais que seja uma ilusão, é uma ilusão que faz bem a mim. Em lugar nenhum eu encontraria uma pessoa que converse mais de 5 minutos olhando em meus olhos, quem dirá tirando a roupa e fazendo sexo... Desculpa mas eu acho que as pessoas da vida civil são doentes, e as gps ainda que ilusório me dão a sensação de relação sadia, a relação sadia que eu mereço!
É isso aí.musacco escreveu:O importante é ser FELIZ independente de estar com PUTA ou CIVIL..se você é feliz assim, então continue nesta caminhada, somente tome o cuidado que bopismo em excesso faz mal, porque faz você não enxergar a realidade NUA E CRUA....gps são ótimas em fazer TEATRINHO, falar o que gostaríamos de ouvir apenas para extrair de forma OCULTA OU INDIRETA algo em benefício próprio. No mais é isso, ninguém aqui tá querendo provar nada, até porque cada caso é um caso, apenas colocando as experiências de vida e o que as estatísticas mostram na realidade.
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
Caro Royal Flush, você é mais uma vítima da repressão sexual que oprime todos nós. O adequado é que você tivesse tido educação sexual laica e voltada para a plenitude sexual na escola (suponho que você deve estar na faixa dos vinte anos), pois fosse dessa forma, você teria arrumado uma civil para ficar com você, já que se as civis também tivessem tido essas aulas, seriam mais destravadas.Royal_Flush escreveu:Só um exemplo, na vida saí com muitas poucas gps, mas o suficiente pra ter uma ideia de como é a coisa: as pessoas na minha vida rotineira quando conversam comigo nem olham em meus olhos, normalmente estão preocupadas em criticar outras pessoas ou em se autopromover, já as gps com quem saí conversaram comigo olhando nos olhos e me deram total disponibilidade ao contrário das pessoas que me circundam. Enquanto as pessoas da minha vida são como alguns usuários daqui, sempre me rechaçando, falando mal de tudo apenas, pessoas que só sabem fazer críticas e mais críticas, onde ninguém colabora comigo em absolutamente nada, as gps com quem saí mostraram uma colaboração que eu não estou acostumado a receber e gostei muito disso. Por exemplo, pude conversar com alguém olhando em meus olhos finalmente e de pessoas que até tinham o mesmo direcionamento de pensamento que eu, por exemplo, eu já havia ejaculado, aí eu falei pra ela: "Você se importa de ficar abraçada comigo mais um tempo?" Aí ela respondeu: "Ficar lá embaixo ouvindo as meninas falar besteira? Fico aqui tranquila..." Tipo, onde mais eu ouviria de alguém que não se importa de ficar próximo a mim? Na "vida real" que não... Por mais que seja uma ilusão, é uma ilusão que faz bem a mim. Em lugar nenhum eu encontraria uma pessoa que converse mais de 5 minutos olhando em meus olhos, quem dirá tirando a roupa e fazendo sexo... Desculpa mas eu acho que as pessoas da vida civil são doentes, e as gps ainda que ilusório me dão a sensação de relação sadia, a relação sadia que eu mereço!
Mulher civil não sai sem que exista um compromisso, um namoro, algo mais sério. Mulher civil não quer um encontro casual, como é o caso que você citou, porque fica mal vista pela sociedade e depois tem a família, os conhecidos, etc, etc. Mulher civil é tudo travada, umas mais, outra menos, porque também não tiveram educação sexual laica e voltada para a plenitude sexual nas escolas e, a maioria das vezes, nunca receberam qualquer orientação sexual, apenas reprimendas da família, dos irmãos, da sociedade em geral.
Os religiosos sempre colocam a culpa no indivíduo porque não querem admitir a repressão sexual, sempre o indivíduo que é um fracassado quando não acha uma civil; se vai para a putaria, a mesma coisa, o indivíduo é um fracassado. Tudo conversa de religioso. A novidade, no caso, é esse tal de "ambiente tóxico". Observe que eles, mesmo sabendo que podem o prejudicar, dão opiniões erradas. Se você procurar outro ambiente, para sair desse "tóxico", vai ser tudo a mesma coisa, porque a repressão sexual existente na nossa sociedade é geral e não muda de ambiente para ambiente.
O que existem são exceções, mas ninguém sério vai discutir baseado em exceções, a discussão deve ser sempre baseada no geral.
Quem não segue a regra religiosa sempre deve ser execrado, eles agem assim e são fanáticos. Imagine um cara, que há mais de 7 anos não trepa com uma puta, mas vem todos os dias em um fórum de putaria defender teses religiosas e ainda quer aconselhar os outros. Se sai com civil, que vá procurar um fórum de discussão de homens que pegam civis, saia da putaria, vá embora. Mas não, todo dia em fórum de putaria defendendo a dominação religiosa das questões da sexualidade. É muito fanatismo.
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
florestal escreveu:Caro Royal Flush, você é mais uma vítima da repressão sexual que oprime todos nós. O adequado é que você tivesse tido educação sexual laica e voltada para a plenitude sexual na escola (suponho que você deve estar na faixa dos vinte anos), pois fosse dessa forma, você teria arrumado uma civil para ficar com você, já que se as civis também tivessem tido essas aulas, seriam mais destravadas.Royal_Flush escreveu:Só um exemplo, na vida saí com muitas poucas gps, mas o suficiente pra ter uma ideia de como é a coisa: as pessoas na minha vida rotineira quando conversam comigo nem olham em meus olhos, normalmente estão preocupadas em criticar outras pessoas ou em se autopromover, já as gps com quem saí conversaram comigo olhando nos olhos e me deram total disponibilidade ao contrário das pessoas que me circundam. Enquanto as pessoas da minha vida são como alguns usuários daqui, sempre me rechaçando, falando mal de tudo apenas, pessoas que só sabem fazer críticas e mais críticas, onde ninguém colabora comigo em absolutamente nada, as gps com quem saí mostraram uma colaboração que eu não estou acostumado a receber e gostei muito disso. Por exemplo, pude conversar com alguém olhando em meus olhos finalmente e de pessoas que até tinham o mesmo direcionamento de pensamento que eu, por exemplo, eu já havia ejaculado, aí eu falei pra ela: "Você se importa de ficar abraçada comigo mais um tempo?" Aí ela respondeu: "Ficar lá embaixo ouvindo as meninas falar besteira? Fico aqui tranquila..." Tipo, onde mais eu ouviria de alguém que não se importa de ficar próximo a mim? Na "vida real" que não... Por mais que seja uma ilusão, é uma ilusão que faz bem a mim. Em lugar nenhum eu encontraria uma pessoa que converse mais de 5 minutos olhando em meus olhos, quem dirá tirando a roupa e fazendo sexo... Desculpa mas eu acho que as pessoas da vida civil são doentes, e as gps ainda que ilusório me dão a sensação de relação sadia, a relação sadia que eu mereço!
Mulher civil não sai sem que exista um compromisso, um namoro, algo mais sério. Mulher civil não quer um encontro casual, como é o caso que você citou, porque fica mal vista pela sociedade e depois tem a família, os conhecidos, etc, etc. Mulher civil é tudo travada, umas mais, outra menos, porque também não tiveram educação sexual laica e voltada para a plenitude sexual nas escolas e, a maioria das vezes, nunca receberam qualquer orientação sexual, apenas reprimendas da família, dos irmãos, da sociedade em geral.
Os religiosos sempre colocam a culpa no indivíduo porque não querem admitir a repressão sexual, sempre o indivíduo que é um fracassado quando não acha uma civil; se vai para a putaria, a mesma coisa, o indivíduo é um fracassado. Tudo conversa de religioso. A novidade, no caso, é esse tal de "ambiente tóxico". Observe que eles, mesmo sabendo que podem o prejudicar, dão opiniões erradas. Se você procurar outro ambiente, para sair desse "tóxico", vai ser tudo a mesma coisa, porque a repressão sexual existente na nossa sociedade é geral e não muda de ambiente para ambiente.
O que existem são exceções, mas ninguém sério vai discutir baseado em exceções, a discussão deve ser sempre baseada no geral.
Quem não segue a regra religiosa sempre deve ser execrado, eles agem assim e são fanáticos. Imagine um cara, que há mais de 7 anos não trepa com uma puta, mas vem todos os dias em um fórum de putaria defender teses religiosas e ainda quer aconselhar os outros. Se sai com civil, que vá procurar um fórum de discussão de homens que pegam civis, saia da putaria, vá embora. Mas não, todo dia em fórum de putaria defendendo a dominação religiosa das questões da sexualidade. É muito fanatismo.
Já que o tópico é sobre cabeça-boa, é patética essa coisa quixotesca de não se dar conta que é motivo de piada no fórum, ao atribuir todos os males à religião e tachando todos que não concordam contigo como religiosos. Não é muito diferente daqueles petistas fanáticos que rotulavam todo crítico ao PT de tucano, leitor da Veja, ou coxinha.
Já que gosta tanto de vasculhar na Internet, procure sobre "ambiente tóxico" no Google. Como o forista falou inicialmente de "pessoas" e não só de mulheres, estou supondo que ele esteja falando do ambiente de trabalho ou do círculo de amigos. Ele encontrou conforto com uma GP que obviamente está fora desse ambiente altamente hostil. Existem ambientes corporativos que são assim e com o tempo até deixam as pessoas doentes. Por que não tentar buscar conhecer pessoas novas (incluindo mulheres) fora desse círculo atual? É sempre bom sair da casinha. Isso vale para todo mundo. Tem nada de religião nessa porra.
Falando em sair da casinha, quem não faz isso acaba tendo uma visão um tanto limitada das coisas. Assim como alguém de fora da putaria supõe que "toda puta é cheia de doenças", já observei que pessoas de fora do mundo das civis também fazem suposições ingênuas que não correspondem à realidade. Esse negócio de que "toda civil não trepa direito e é reprimida" é fácil demonstrar que é um mito até mesmo para o autista. Com a popularização do celular, o pessoal tem filmando suas trepadas. Existem milhares de vídeos caseiros na Internet. Mas parece que o depoimento de velhos que tiveram o auge de sua vida sexual lá no séc. XX é uma prova incontestável do comportamento atual, fazer o quê.
Não considero o indivíduo que vai para a putaria um fracassado. Considero fracassado quem vive de ilusões e não da realidade.
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
Em certa parte o bullit tem razão, preciso mesmo conhecer novas pessoas e novos ambientes, estou realmente adoecendo e a gp foi a minha cura, senão a cura, o meu remédio. Quanto a ser fracassado ou não pouco me importa, de tantas coisas que eu preciso na vida, a opinião dos outros não é uma delas. Prefiro dar atenção à opiniões sinceras de amigos do que opiniões venenosas de inimigos. Podem espernear com um mega fone dizendo que sou fracassado que isso em nada mudará minha vida, eu filtro tudo e o que não presta vai pra lixeira.
As gps tem cabeça boa sim, por mais que seja caça níquel é impossível não existir um relacionamento ali, ainda que momentâneo, pois estão dois seres humanos juntos ali. As experiências que tive foram muito positivas, gps gente boa ao contrário de todos que conheço.
Só uma coisa: parece que a maioria dos foristas desse fórum tem raiva de gps, reclamam de tudo, tentam fazer a cabeça dos novos foristas a pensar igual a eles,são iguais às pessoas da minha vida civil. Só estou nesse fórum ainda porque sei que embora tenha gente assim não é todo mundo assim. Não sinto simpatia por grande parte dos foristas, embora muitos posts sejam interessantes por fazer parte desse mundo que acho tão legal. E mesmo assim sempre aparece alguém gente boa, não posso cair na armadilha de generalizar.
Um amigo me falou que eu tenho que conhecer novas minas (no linguajar dele) e me casar com uma delas. Acho que isso é o mesmo que o bullit falou, preciso conhecer novas pessoas, novos ambientes e conhecer novas gps pode fazer parte desse processo.
As gps tem cabeça boa sim, por mais que seja caça níquel é impossível não existir um relacionamento ali, ainda que momentâneo, pois estão dois seres humanos juntos ali. As experiências que tive foram muito positivas, gps gente boa ao contrário de todos que conheço.
Só uma coisa: parece que a maioria dos foristas desse fórum tem raiva de gps, reclamam de tudo, tentam fazer a cabeça dos novos foristas a pensar igual a eles,são iguais às pessoas da minha vida civil. Só estou nesse fórum ainda porque sei que embora tenha gente assim não é todo mundo assim. Não sinto simpatia por grande parte dos foristas, embora muitos posts sejam interessantes por fazer parte desse mundo que acho tão legal. E mesmo assim sempre aparece alguém gente boa, não posso cair na armadilha de generalizar.
Um amigo me falou que eu tenho que conhecer novas minas (no linguajar dele) e me casar com uma delas. Acho que isso é o mesmo que o bullit falou, preciso conhecer novas pessoas, novos ambientes e conhecer novas gps pode fazer parte desse processo.
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
O comunismo é um regime totalitário, começo por aí. Opinião que não é minha, mas reproduzo. Não obstante, não vou me delongar em relação ao retrocitado.
Para continuar, putaria também é um ambiente tóxico, em grande medida. Mas quando eu digo isso não é uma opinião preconceituosa, apenas que é mais um dentro de um clima geral de nossa humanidade. E não pretendo fazer comparações do que é mais tóxico e não é.
Quanto à questão de que civil é travada, não quer encontro casual, isso está muito cabeção, não corresponde à realidade.
O problema é que o hyper ultra ditocujo quer pintar uma repressão que mais parece uma caricatura. Possivelmente é um problema dele que ele lança no exterior, mas a prudência exige cautela em psicologizar indivíduos desconhecidos.
Em referência ao que o Royal Flush colocou lá em cima, sobre colaboração de GPs, tenho a dizer que realmente há muita indiferença na sociedade, e a putaria traz, por seu turno, essa sensação, de poder, de aceitação. Algumas pessoas sofrem mais essa indiferença por ter determinadas características. Se os profissionais da putaria estão levando isso às pessoas, um pouco de aceitação, mesmo que seja precária, como tudo é nesse ambiente de vagabundagem, então eles estão demonstrando alguma utilidade, e fazendo valer o dinheiro, seja qual for o combinado. O ruim é quando há pilantragem, e na putaria há excessos de pilantragem.
Mas não se pode deixar de reconhecer que a putaria é um ambiente muito restrito, tipo aquele fiel que vai à igreja ouvir do pastor umas palavras de consolo, uma história mitológica... Mas o fiel sabe que quando sai da igrejinha dele há uma realidade dura e maior a sua espera.
Putaria é religião; religião é putaria. Por enquanto eu vejo que as duas vertentes devem ter espaço com humanos tão falhos como nós. Não se pode ser rigoroso. Se você é rigoroso com religião, coerentemente deveria ser com putaria, pois as duas são a mesma merda, ou quase.
Quanto à fórmula dos religiosos, que foi citada, de pôr toda a culpa no indivíduo pelo seu fracasso, se ela é dogmática e simplista; a outra defendida, a paranoica, de projetar numa repressão externa do social, e solucionar numa educação milagrosa, é fantasiosa.
É uma briga de extremos. Conselho: vão fuder e aprender.
Um comunista é como um crocodilo: quando ele abre a boca, você não sabe se está sorrindo ou preparando-se para devorar você.
Winston Churchill
Termino por aqui.
Para continuar, putaria também é um ambiente tóxico, em grande medida. Mas quando eu digo isso não é uma opinião preconceituosa, apenas que é mais um dentro de um clima geral de nossa humanidade. E não pretendo fazer comparações do que é mais tóxico e não é.
Quanto à questão de que civil é travada, não quer encontro casual, isso está muito cabeção, não corresponde à realidade.
O problema é que o hyper ultra ditocujo quer pintar uma repressão que mais parece uma caricatura. Possivelmente é um problema dele que ele lança no exterior, mas a prudência exige cautela em psicologizar indivíduos desconhecidos.
Em referência ao que o Royal Flush colocou lá em cima, sobre colaboração de GPs, tenho a dizer que realmente há muita indiferença na sociedade, e a putaria traz, por seu turno, essa sensação, de poder, de aceitação. Algumas pessoas sofrem mais essa indiferença por ter determinadas características. Se os profissionais da putaria estão levando isso às pessoas, um pouco de aceitação, mesmo que seja precária, como tudo é nesse ambiente de vagabundagem, então eles estão demonstrando alguma utilidade, e fazendo valer o dinheiro, seja qual for o combinado. O ruim é quando há pilantragem, e na putaria há excessos de pilantragem.
Mas não se pode deixar de reconhecer que a putaria é um ambiente muito restrito, tipo aquele fiel que vai à igreja ouvir do pastor umas palavras de consolo, uma história mitológica... Mas o fiel sabe que quando sai da igrejinha dele há uma realidade dura e maior a sua espera.
Putaria é religião; religião é putaria. Por enquanto eu vejo que as duas vertentes devem ter espaço com humanos tão falhos como nós. Não se pode ser rigoroso. Se você é rigoroso com religião, coerentemente deveria ser com putaria, pois as duas são a mesma merda, ou quase.
Quanto à fórmula dos religiosos, que foi citada, de pôr toda a culpa no indivíduo pelo seu fracasso, se ela é dogmática e simplista; a outra defendida, a paranoica, de projetar numa repressão externa do social, e solucionar numa educação milagrosa, é fantasiosa.
É uma briga de extremos. Conselho: vão fuder e aprender.
E se por acaso a leitura se contrapõe às nossas convicções, então é mentira, não é?pedante todo empombado de falsa filosofia escreveu:O assunto é extenso e tem muitas outras fontes, o disponível na Internet, de melhor qualidade, é o abaixo. Para entender a sexualidade humana é necessário ler.
Um comunista é como um crocodilo: quando ele abre a boca, você não sabe se está sorrindo ou preparando-se para devorar você.
Winston Churchill
Termino por aqui.
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
Com dizem os sábios da antiguidade:
ILUSÃO é combustível de LOSERS (PERDEDORES) !!!
Agora entendi o porquê de alguns terem que, realmente, retrucar outros aqui, ao invés de compartilharem idéias, existem os que querem impor algo que não é uma verdade absoluta (NUNCA) porque vivem uma vida LIMITADA E RESTRITA, presos aos seu s mundinhos medíocres, e é por isso que ficam anos e anos batendo na mesma TECLA da RELIGIÃO. Foda-se religião, nada é absoluto neste mundo, cada um com sua filosofia de vida...se vão ser felizes ou não no meio do processo ou no final, tudo vai depender das suas escolhas na vida.
A vida é feita de escolhas e são elas que irão definir o futuro de cada um. Cada contexto é um contexto, cada vida é uma vida, nada é padronizado, mas a mudança maior tem que vir de dentro, do nosso interior, senão o exterior sempre terá o mesmo tom de cor, nada mudará...a vida passará e nada mudará, apenas restará o arrependimento de não ter feito nada para mudar a realidade.
ILUSÃO é combustível de LOSERS (PERDEDORES) !!!
Agora entendi o porquê de alguns terem que, realmente, retrucar outros aqui, ao invés de compartilharem idéias, existem os que querem impor algo que não é uma verdade absoluta (NUNCA) porque vivem uma vida LIMITADA E RESTRITA, presos aos seu s mundinhos medíocres, e é por isso que ficam anos e anos batendo na mesma TECLA da RELIGIÃO. Foda-se religião, nada é absoluto neste mundo, cada um com sua filosofia de vida...se vão ser felizes ou não no meio do processo ou no final, tudo vai depender das suas escolhas na vida.
A vida é feita de escolhas e são elas que irão definir o futuro de cada um. Cada contexto é um contexto, cada vida é uma vida, nada é padronizado, mas a mudança maior tem que vir de dentro, do nosso interior, senão o exterior sempre terá o mesmo tom de cor, nada mudará...a vida passará e nada mudará, apenas restará o arrependimento de não ter feito nada para mudar a realidade.
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
Evidente que cada um opina de acordo com a sua bagagem de vida.
O mais fácil por aqui é ter a cabeça do putanheiro padrão, do sujeito que se encontrou no meio das putas.
Mas alguns não precisam disso, e nunca sequer cogitaram, porque já se encontraram de outros modos.
Então, não é nem uma questão de crítica, mas da diferença de pensamento entre quem enxerga a putaria a partir da vida e quem enxerga a vida a partir da putaria.
O interessante é que o pessoal que tem uma visão mais ampla da coisa está sempre aberto ao debate, enquanto que os que se agarram ao mundo putanhístico estão sempre querendo evitar qualquer discussão.
Já virou até um bordão isso de que "não gosta de putaria, vai procurar um fórum civil". Um argumento infantil, claro, mas que mostra bem como certas cabeças estão bem adestradas, sem se darem conta.
O mais fácil por aqui é ter a cabeça do putanheiro padrão, do sujeito que se encontrou no meio das putas.
Mas alguns não precisam disso, e nunca sequer cogitaram, porque já se encontraram de outros modos.
Então, não é nem uma questão de crítica, mas da diferença de pensamento entre quem enxerga a putaria a partir da vida e quem enxerga a vida a partir da putaria.
O interessante é que o pessoal que tem uma visão mais ampla da coisa está sempre aberto ao debate, enquanto que os que se agarram ao mundo putanhístico estão sempre querendo evitar qualquer discussão.
Já virou até um bordão isso de que "não gosta de putaria, vai procurar um fórum civil". Um argumento infantil, claro, mas que mostra bem como certas cabeças estão bem adestradas, sem se darem conta.
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
Mas realmente, lendo algumas opiniões aqui de caras com mais de 1000 tds, parece que estamos lendo o sermão de um padre!
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
Putas são da hora, vc chega perante as ditas cujas e fala que quer comê-las, e as come. Na verdade, mais comum serem da meia hora hahahaha
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Re: Pra ser gp tem que ter a cabeça boa... é por isso que me dou melhor com gp do que com civil.
Pessoal peguei esse depoimento de outro fórum, acho válido, porque mostra a realidade nua crua de um relacionamento com PUTA. O importante é ser feliz, no caso do nosso mito do GPGUIA MAESTRO ALEX, deu certo o relacionamento dele com uma PUTA por 15 anos porque ele era empresário, e montou um negócio com a esposa, ou seja, tinha cacife pra virar BDP - BANCADOR DE PUTA, teve até uma filha e montou também um negócio pra ela. Portanto, antes de criarem uma ilusão, coloquem sempre o elemento "DINHEIRO" pra ser feliz com uma PUTA, as chances de dar certo são enormes senão tiverem a cabeça do YOKI...rs. E VIVA A PUTARIA !!!
(*) Cliente e GP que iniciam um namoro é um verdadeiro inferno na terra.
Porém, se vc e ela estiverem igualmente apaixonados um pelo outro e resistirem a tentação de não se matarem durante os primeiros 06 meses, ai namorar uma GP é como ir pro céu sem precisar morrer.
(*) Precisa ter culhão e estomago para namorar uma GP.
- Se os dois moram em cidades diferentes, a frequência das brigas no começo é menor.
- Se os dois moram na mesma cidade mas não se vêm sempre, a frequência das brigas no começo aumenta.
- Se os dois moram na mesma cidade e se vêm sempre, a frequência das brigas no começo aumenta mais.
- Se os dois moram na mesma cidade, se vêm sempre e ela atende na frente dele, a frequência das brigas no começo aumenta mais ainda.
- E se os 2 tem nick no mesmo forum e vão nas mesmas festas, ai o couro come feio.
No meu caso, era a ultima situação
Os motivos das brigas são sempre os mesmos.
Bora explicar um por um, então.
CIÚMES DELA DANDO PARA OUTRO
Vc menino pode dizer que não sente cíumes dela, mas é da boca pra fora.
Eu sei porque eu sempre disse que não tinha cíumes e estava mentindo na cara dura.
Nenhum ser humano apaixonado acha lindo e aplaude a mulher dele levar porra na boca, dar a buceta e o cu para outro
Ler o tópico de TD´s dela então dá vontade de arrancar as próprias tripas de raiva.
E se acontece dela subir para atender na sua frente, ai meu amigo é teste pra vc virar monge budista.
Não faça a besteira de dar piti por cíumes porque vc vai escutar dela a frase "ESSE É O MEU TRABALHO E VC ME CONHECEU ASSIM"
Solução ?
Não vá aonde ela atende. Vc ganha uns 20 dias sem brigar.... muito
CIÚMES DELE SAINDO COM OUTRA GP
Vc menina pode dizer que não sente cíumes dele, mas é da boca pra fora também.
Bastou vc ler o primeiro TD dele com outra menina depois da data que vcs oficializaram o namoro que vai baixar a Poma Gira em vc.
E vc, claro, vai dizer que ele não precisa sair com outras porque tem vc.
No meu caso, quando ela surtava lendo os TD´s, eu respondia "VC ME CONHECEU ASSIM, SAINDO COM PUTA"
E depois de falar, eu apanhava, porque menina nenhuma tolera que vc vá gastar o dinheiro que seria para ela com outra.
Solução ?
Pare de postar TD com o seu nick. Peça para um amigo postar os eu TD usando o nick dele
ELA GOZAR COM CLIENTE
A sensação de ler num TD que a sua namorada gozou gostoso (e 3 vezes) com um forista é a mesma de vc lamber o cu cheio de merda da sua avó.
Óbvio que meninas fingem orgasmo.
Óbvio que foristas mentem no TD.
Mas também é óbvio que elas gozam também sim senhor.
Até vc, se uma mulher horrorosa chupar o seu pau e vc fechar os olhos, vc vai gozar gostoso na boca dela.
Se bater a tal química então, ela vai gozar com um cara mais feio, mais gordo, mais velho e menos roludo que vc... pode ter certeza disso.
A maioria das meninas faz a besteira de dizer para o namorado "EU SÓ GOZO COM VC"
Vc acha que ela esqueceu que já na primeira ou segunda vez que saiu com vc como cliente ela gozou ?
Não, ela não esqueceu... ela só está torcendo para que vc não lembre.
Solução ?
Bota na sua cabeça que sua namorada goza sim com alguns cliente... e pode até gozar mais gostoso do que quando goza com vc
Assim como vc tb pode até gozar mais gostoso com a amiga dela do que com ela.
Então aceita que dói menos.
VC SE ENCONTRAREM PRA METER DEPOIS DELA ATENDER
A não ser que vc seja muito gostoso e que os clientes que ela atendeu antes não a fizeram gozar, quando vcs forem meter a foda vai ser meia boca e rápida
Meia boca porque ela está cansada, assada e saciada.
Rápida porque ela sabe que, se não der pra vc, vai enfrentar mais 3 horas de briga.
Solução ?
Eu estipulei uma regra: quando ia me econtrar com ela, tinha que ser num dia que ela não tinha trabalhado ou antes de ir trabalhar
Vc vão trepar menos, mas tb vão brigar bem menos.
ELA DAR NO PELO PARA ALGUNS CLIENTES
Toda menina dá sem camisinha para alguns clientes. Isso é fato !!!
Assim como vc tb sai com algumas meninas no pelo. Não se faça de sonso.
Ela vai te dizer que só dá no pelo para vc. Mentira.
Ela vai dizer que só dá no pelo para alguns clientes de confiança e para vc. Verdade mas não é bem assim.
Se vc parar para pensar, que diferença faz dar com camisinha ou sem ?
É pau na buceta e no cu do mesmo jeito. Só que sem é mais gostoso.
E é esse o X do pelo: menina dá no pelo pra cliente que trepa gostoso. E até no primeiro encontro sim senhor.
Esse negócio de confiança é papo furado. É por tesão mesmo.
Porém, se ela fizer a besteira de dizer quem são esses clientes de confiança, vc vai se sentir um merda, porque ela demorou pra te dar no pelo mais do que com os outros
Solução ?
Saia vc também com aquelas meninas amigas suas que te dão no pelo. Não poste no TD que comeu no pelo, obvio. Aliás, nem poste o TD
Chumbo trocado dói menos
ASSUMIR O NAMORO
Outra cagada que gera brigas.
Seus amigos de verdade não vão sair com ela.
Seus amigos da onça vão dizer que não saem com mulher de amigo, vão sair com ela, não vão postar o TD e vão pedir para ela não contar.
No frigir dos ovos, ela vai deixar de faturar com o seu circulo de amigos e numa briga, vai te jogar na cara.
Solução ?
Não assuma o namoro.
Ela vai assumir sim, mas é para deixar claro pra outras meninas que esse tem dona.
Ao invés disso, indique ela para os foristas. Jà que vc não a tirou da vida, faça ela ganhar mais dinheiro para vc não ter que interar as contas dela no final do mes
Se depois de passar por tudo isso vcs ainda estiverem juntos PARABÉNS AO CASAL. VCS 2 SE AMAM DE VERDADE PRA PASSAR POR TUDO ISSO SEM UM MATAR O OUTRO.
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