POSITIVOFez Oral sem camisinha:SIM
Fez Anal:SIM
Beijou na Boca:SIM
Prezados Bastardos Inglórios,
Acabei me atrapalhando com o diário de bordo e deixei de postar um TD que fiz há algum tempo com a Nanda. Faço-o agora, bastaaaaante atrasado! Mas sem sonegar...
Combinei com ela, como de costume, de passar em seu flat no início da noite qualquer da semana. Como cheguei um pouco adiantado, avisei-a que estaria matando o tempo no barzinho do saguão térreo. Contudo, bastou ela saber que eu já havia chegado pra dizer que ia descer imediatamente pra me buscar. Esse aviso dela foi o suficiente pra me deixar com o pau a meia bomba e largar o drink que estava bebendo. Quando abriu a porta do elevador, me aparece aquela mulher enorme vestindo um modelinho curto e agarrado, de tecido fino que deixava absolutamente perceptível as curvas e demais detalhes do seu corpo. Os saltos altos faziam destacar os músculos das suas pernas torneadas. Ela me puxou pra dentro do elevador e lá fomos nós, rumo ao seu flat.
Mal entramos nos aposentos, já fomos nos agarrando, nos beijando. Comecei a jogar as minhas roupas de lado, no chão, sei lá onde. Nem deixei-a tirar o vestido direito, apenas deitei-a na cama, levantei um pouco o vestido e cai de boca na sua boceta, que, conforme já comentei aqui, é desproporcionalmente pequena, quase infantil, se comparada com o que normalmente se espera de uma mulher do seu tamanho. Fiquei lá me deliciando com a cabeça entre as suas pernas, alternando entre lamber seu clitóris e enfiar toda minha língua pra dentro da sua vulva.
Acabei por tirar todo o seu vestido e dar início a um verdadeiro banho de língua que percorria seu pescoço, seus seios, sua barriga até novamente deslizar para lamber a sua boceta quente, molhada,repleta de lubrificação natural.
Ambos totalmente excitados, saquei um preservativo do bolso da calça, vesti no meu pau e num só golpe enfie meu pau na sua boceta escancarada. Ela cruzou as pernas ao redor da minha cintura e buscava, sôfrega, tocar a minha boca com a sua, em meio aos gemidos de quase despero.
Poucas coisas na vida são mais gostosas do que aquele momento em que eu estava dentro dela enquanto a beijava com volúpia. O resulado era inevitável: uma gozada imensa e profunda!
Refeitos dessa gozada fantástica, tomamos um banho e deitamos na cama para um bate papo dos mais agradáveis. Foi muito bom colocar o papo em dia, uma pincelada aqui e acolá sobre variados assuntos.
Após um descanso merecido, começamos a nos alisar mutuamente e ela veio me beijar com entrega novamente. Não tardou, ela desceu a boca e foi de encontro ao meu pau, que a essa hora já estava em riste e preparado para mais um "round".
Ela deu início a mais uma das suas sessões de chupeta que eu tanto gosto. Eu estava sentado na beirada da cama e ela estava deitada, de modo que ficávamos de frente para o espelho na porta do guarda-roupas, pelo reflexo do qual, se eu quisesse, podia ver toda a evolução da sua chupeta. Ela engolia o pau todo, tirava da boca, lambia por toda extensão, voltava a engoli-lo, chupava devagar, depois aumentava o ritmo e tornava a chupar devagar, enquanto alisava as minhas pernas ou se abraçava ao meu corpo. Enquanto isso, eu alisava o corpo dela e invarivelmente passava o dedo em seu cu, que me era quase que oferecido naquele momento.
Totalmente revigorado, pedi gentilmente que ela me desse a bunda, no que fui prontamente atendido.
Ela ficou de quatro na cama, passou um pouco de gel no seu orifício traseiro e empinou a bunda, disponibilizando-a para que eu fizesse o que bem entendessse. Que mulher gostosa!
Fiquei de pé e fui enfiando meu pau no seu cu, que continua apertado, com a musculatura firme o suficiente para até dificultar um pouco a passagem. Com o pau totalmente dentro, comecei os movimentos de vai e vem, enquanto via, satisfeito, o seu ânus se abrir para acomodá-lo.
Superada essa fase inicial, subi na cama e comecei a fodê-la no melhor estilo "dog doggy" enquanto ela permanecia me oferecendo a sua bunda pra ser comida, num misto de submissão e de domínio no qual ela, enorme, tinha a sua inteira disposição e para o seu bel prazer, o pequenino autor dessas linhas mal traçadas.
Ela se deitou de bruços e eu prossegui metendo-lhe a pica no seu cu até que não aguentei mais e gozei fartamente abraçando-a por trás, como se o seu corpo fosse uma tábua de salvação e eu, um náufrago no meio do oceano.
Desculpem a poesia barata desta vez, camaradas, mas não pude escrever de outra forma de sobre o estupendo encontro que tive com a Nanda, que, passados muitos dias, ainda está fresco na minha memória.
Roman Barak.